RFID é a chave para o sucesso de entrega por Drone

drone-ups

Como um drone supostamente verifica se está descartando uma entrega no endereço correto ?

 drone-entrega-google

Com todas as notícias sobre o novo mundo de entregas de aviões não tripulados, uma das perguntas chave é: como o drone sabe com certeza se está na casa certa?

O carteiro e o motorista de entregas, ocasionalmente entrega o correio (ou pacote) para uma cassa errada, certo? Mas como o drone consegue entender se sua entrega ou até mesmo um pedido de pizza está sendo entregue no destino correto?

Os drones utilizarão um sistema de GPS para se aproximar do local correto, mas o GPS nem sempre é segurança suficiente para que o endereço de destino seja alcançado e nem mesmo para garantir que o pacote será entregue na casa correta, principalmente em locais onde existam muitas casas por vizinhança.

Alguns pensam que as câmeras possam ser a resposta para esta incógnita mecânica, porém ler o endereço de uma casa em meio a outras residências pode ser um problema, mesmo à luz do dia. Então poderia uma câmera drone identificar uma casa, comparando a sua imagem com o aplicativo do Google Street View? Algumas vezes talvez, mas o Google atualiza apenas as imagens ocasionalmente, por exemplo, depois que um proprietário alterou a cor da tinta de branco para marrom.

A provável melhor resposta, diz a cientista da computação Lydia Ray da Universidade do Estado de Columbus [Geórgia], é um sistema baseado em RFID. Ray apresentou recentemente a ideia que ela chamou de ADDSMART (Digitização de Endereços e Caixa de Correio Inteligente), na IEEE (Ubiquitous Computing, Eletronics and Mobile Communication Conference) em Nova York.

A ideia é muito simples, diz Ray. Drones no futuro terão um leitor de RFID, e a casa uma etiqueta RFID (talvez anexado a uma caixa de correio) que identifica exclusivamente essa casa. Isso pareceria prático e lógico o suficiente. O drone usaria o GPS para navegar perto de um endereço e depois confirmaria que o endereço está correto, verificando a tag RFID.

Mas Ray imagina uma abordagem ainda mais sofisticada.

Por exemplo, um sistema equipado com leitor de RFID “seguro” cujos possuidores – como uma empresa de entrega – poderiam passar por uma casa ou abrir a caixa de correio sem obstáculos. Em vez de um sistema de vigilância em casa continuamente verificar intrusos, uma câmera de vídeo poderia economizar energia, começando a gravar apenas quando um veículo não reconhecido ou pessoa passar a caixa de correio. A caixa de correio também pode desbloquear automaticamente quando os usuários autorizados – como um proprietário ou portador de correio – chegam.

Na visão de Ray o RFID pode transformar inclusive a maneira que reagimos à ações de nosso cotidiano, vamos aguardar para descobrir o que o futuro tecnológico nos proporcionará.

g_drone

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

-Texto adaptado de: http://www.scdigest.com/ONTARGET/16-11-28-2.PHP?cid=11594&ctype=content –

Matéria Original – Nov. 28, 2016 – SCDigest Editoral Staff

 

 

 

 

 

 

 

 

E você ? acha que tudo isso realmente é possível ?

IoT poderá gerar até 2,6 milhões de empregos até 2025 no Brasil

42412-284625-internet-das-coisas

A Internet das Coisas é vista como uma das grandes promessas para o setor de tecnologia nos próximos anos, com projeções apontando dezenas de milhões de dipositivos e altas receitas em todo o globo. Para o Brasil, inclusive, a previsão é a animadora, com potencial de gerar entre 1,9 milhão e 2,6 milhões de empregos até 2025. Quem afirma isso é o presidente da Teleco, Eduardo Tude, apontando que o Brasil pode ter entre 100 milhões e 200 milhões de objetos conectados até 2025, um número dez vezes maior que a base atual, que inclui dispositivos de consumidor final e máquina a máquina (M2M). O estudo elaborado pela Teleco indica que hoje há 20 milhões deles, a maioria carros (8 milhões) e equipamentos de pagamentos eletrônicos (4 milhões). Completando a lista estão dispositivos inteligentes em residências (3,4 milhões) e no setor de distribuição de eletricidade (3 milhões). Entretanto, de acordo com Tude, as empresas ainda não estão aproveitando o potencial destes aparelhos em termos de receita, muito por conta da alta tributação sobre estas tecnologias. Embora a conectividade represente a parte principal destes equipamentos, a receita vinda disso é de menos de 5%. “Hoje o que vemos é conexão de equipamentos de maior valor agregado. São navios, tomógrafos, tratores, colheitadeiras, porque é o que se viabiliza com o custo atual de conectividade. Para irmos a bilhões de objetos, esse preço da conectividade tem que baixar, o consumo de bateria tem que baixar”, afirmou Tude. Para Tude, caso uma revião tributária seja feita para favorecer o crescimento da IoT, o país poderá ampliar ainda mais seus investimentos neste segmento, aumentando para valores entre R$ 130 bilhões e R$ 206 bilhões nos próximos 15 anos.

Fonte: CanalTech

Matéria completa: IoT poderá gerar até 2,6 milhões de empregos até 2025 no Brasil

 

O livro que descomplica a Internet das Coisas

livro-renata-rampimA parte inicial revela como a tecnologia pode ser impactante nos negócios, pelo aumento das receitas e redução de custos. Já a segunda parte foca na tecnologia em si e suas características específicas.

O novo livro da PhD em engenharia elétrica Renata Rampim de Freitas Dias aborda a Internet das Coisas (ou IoT, do inglês Internet of Things) a partir de seu princípio, quando o termo foi criado no final da década de 1990, durante os primórdios dos estudos sobre o uso da identificação por radiofrequência (RFID) para solucionar problemas de logística e de negócios em geral. A obra retrata ainda a evolução atingida até a atualidade e faz uma projeção sobre o futuro e suas perspectivas.

Intitulado Internet das Coisas sem mistérios: uma nova inteligência para os negócios, o livro abrange, em sua primeira parte, diversos casos de sucesso nos negócios, como o uso das tecnologias de IoT pela HP Brasil, com o seu Smart Shelf, um armário inteligente para vendas de cartuchos para as impressoras da companhia, entre outros exemplos de aplicação de IoT dentro e fora do Brasil.

A parte inicial da publicação tem, com isso, o intuito de revelar como a tecnologia pode ser impactante nos negócios, tanto pelo aumento das receitas e eficiências como na redução de custos. Já a segunda parte foca na tecnologia em si e suas características específicas, com uma ampla explicação sobre a variedade de recursos já disponíveis.

“A obra atende interesses diversos dos mais diferentes leitores”, afirma Edson Perin, Fundador e Editor da Netpress Books. “Pessoas com perfis técnicos ou não-técnicos podem entender com clareza como a Internet das Coisas pode impulsionar suas empresas e carreiras profissionais neste Século XXI”.

renata-rampimKami Saidi, Head of Latin America Manufacturing & SC Operations. HP Inc, diz que “a evolução e uso de RFID no controle das cadeias de valor, crescimento de soluções com Cloud Computing, bem como o surgimento de sensores cada vez mais inteligentes capazes de traduzir o nosso meio, permitem gerar informações com poder de ação sem intervenção humana, em tempo real. Este novo mundo totalmente conectado vai influenciar a forma como fazemos negócios, produzimos valor ou consumimos produtos e serviços. Seria como um subconsciente agindo com dados, informações e aplicativos. O livro guia para a compreensão descomplicada de como entender e empreender nesta transformação em curso”.

Para Virginia Vaamonde, CEO da GS1 Brasil – Associação Brasileira de Automação, o livro IoT Sem Mistérios estimula o leitor a refletir nas possibilidades que a Internet das Coisas traz para seu cotidiano: “Renata trata do tema com muita didática e busca nos inspirar ainda mais com conhecimentos sobre esta revolução tecnológica. Leitura imperdível no nosso mundo conectado”.

Já Mark Roberti, Fundador e Editor do RFID Journal, diz que “este livro inspirador é um guia extremamente útil para os leitores técnicos e não técnicos interessados em como as tecnologias de Internet das Coisas podem ajudá-los a melhorar a forma como fazem negócios”.

Por sua vez, Marcelo Lubaszewski, Presidente da CEITEC S.A., afirma que se trata de uma obra madura, absolutamente atual e oportuna, e que foca em fazer entender e valorar o essencial da Internet das Coisas, e o faz de maneira pragmática e descomplicada. Por meio de uma leitura rápida e fluída, o leitor é agradavelmente levado a trilhar o caminho da reflexão e da inspiração. “Portanto, não perca mais tempo! Leia, inspire-se e construa bons negócios”, aconselha.

O livro pode ser adquirido na Netpress Books Livraria Virtual, o site de comércio eletrônico da Netpress Editora: http://loja.netpress.com.br/

Por Dino para Exame.Abril

Companhias aéreas podem economizar US$ 3 bi com sistemas RFID

etiquetas-rfid-aereoA implementação da tecnologia RFID (Radio Frequency Identification) ou Identificação por Radiofrequência, que pode controlar com precisão a bagagem dos passageiros e em tempo real, pode fazer com que as companhias aéreas economizem mais de US$ 3 bilhões nos próximos sete anos.

Estudos da Sita e da Iata mostraram que, com a tecnologia RFID, o número de malas extraviadas pode diminuir até 25% até 2022. A Delta foi umas das primeiras aéreas a implantar o sistema e conta com uma taxa de sucesso de 99% no acompanhamento das malas.

A nova tecnologia chega para evitar a má gestão das bagagens durante a transferência de um voo para o outro. Com a novidade, os aeroportos, companhias aéreas e manipuladores terrestres são capazes de manter o controles das malas durantes todas as etapas da viagem.

O rastreamento da bagagem por meio da RFID segue a resolução 753 da Iata que exige, que até 2018, as aéreas mantenham o controle de cada item da bagagem do início ao fim da viagem. A implementação da tecnologia custa US$ 0,01 por passageiro, em média.

Por Fernanda Cordeiro para o Panrotas.

A Revolução dos Chips de Radiofrequência no Varejo

chipJá faz tempo que a gente fala e mostra as vantagens do uso do RFID para o varejo: nas duas pontas, tanto para o estabelecimento quanto para o consumidor. As etiquetas de identificação por rádio frequência são apenas a ponta do iceberg de uma grande revolução. Quando comparado aos – agora quase ultrapassados – códigos de barras, a principal diferença do RFID é a velocidade de leitura das informações combinada com a garantia de identificação única por produto – ou por etiqueta.

Se falar, descrever benefícios e vantagens, ainda não é suficiente, a gente mostra. O que até pouco tempo atrás a gente chamada de varejo do futuro, já é realidade… e aqui no Brasil. Viemos conhecer o segundo maior case de sucesso da implementação de RFID no mundo! Este atacadista de roupas infantis trabalha com mais de 550 fornecedores e 45 mil itens de estoque diário controlados um a um por cor e tamanho.

As antenas de rádio frequência estão espalhadas por todas as partes. Quando a mercadoria chega na loja, ainda embalada, ela já deve estar etiquetada com as tags eletrônicas. O acordo é este: para vender aqui, o próprio fornecedor é responsável por identificar cada uma das suas peças. Da porta da loja para dentro, a primeira parada é neste portal, onde toda a remessa é conferida e adicionada eletronicamente ao estoque em questão de segundos… antigamente, eram 18 pessoas conferindo as entregas por amostragem.

Uma vez na loja, os produtos são distribuídos nas prateleiras. O controle de inventário é feito quase que diariamente, assim.

Para o consumidor, que aqui só pode comprar no atacado, as etiquetas de RFID trouxeram uma experiência totalmente diferente dentro da loja. A única preocupação é encher o carrinho; quando quiser saber se já atingiu o valor máximo que pretende gastar, basta usar um “checa preços” como este. Com antenas de rádio frequência no interior, ao colocar o carrinho de compras dentro deste portal, todas as peças são identificadas em 1, 2, 3, 4, 5, 6 segundos! Rápido assim… Na tela, o cliente tem as informações de quantidade e valor total gasto até aquele momento para decidir se volta às compras ou se vai direto ao caixa.

Antes do RFID, o processo de checkout com códigos de barra levava cerca de uma hora. Dos 90 funcionários que liam os códigos, hoje apenas 30 fazem o mesmo trabalho com o RFID. E os antigos 40 caixas se resumiram a apenas 5 portais de fechamento com leitura por rádio frequência.

Os ganhos não param por aí. Se antes eles vendiam até 32 mil produtos por dia, atualmente esse número subiu para 75 mil itens. Em resumo, o maior resultado da logística 100% controlada, rastreada e identificada foi um aumento significativo nas vendas e quase que a eliminação de pequenos furtos por empregados. Mas, acredite, ainda é possível evoluir e, quem sabe se tornar no primeiro case mundial de RFID. O próximo passo é vencer a barreira da logística – que já está resolvida – e começar a usar esse volume enorme de informações diárias de dentro da loja como inteligência de mercado. Aí, o céu é o limite.

Assista ao vídeo da matéria clicando aqui.

Por Olhar Digital.