RFID Blog

Blog voltado ao mundo da RFID

Curso RFID Implementation – Maio 2012

Pessoal, não percam mais uma turma do curso RFID Implementation, a ser ministrado no RFID-CoE em Sorocaba – SP em Maio. Mais detalhes abaixo. No Brasil, não há curso melhor sobre a a tecnologia RFID e suas aplicações. A excelente instrutora Renata Rampim, não deixa duvidas quanto à seriedade do curso. Recomendo.

RFID IMPLEMENTATION – 22ª Turma

- 28 a 31 de maio

- 4 dias/32 horas

Onde:
RFID CoE – Centro de Excelência em RFID
Rodovia Senador José Ermírio de Moraes, Km 11 – Sorocaba

Como Participar:
Informações e inscrições podem ser obtidas pelo e-mail education@rfid-coe.com ou ainda através do site www.rfid-coe.com.br.

Observação Importante:
Serão oferecidas apenas 16 vagas e as inscrições deverão ser feitas até o dia 23/05/2012 ou até o preenchimento das vagas oferecidas, o que ocorrer antes.

Conteúdo Programático:
• Conceitos de radiofrequência para RFID
• Antenas
• Etiquetas
• Leitores
• Middleware
• EPCglobal Network
• Hands-on no laboratório da HP
• Periféricos RFID
• Padrões, Regulamentações
• Análise do local a ser instalado o sistema RFID
• Depuração do sistema RFID
• Segurança e privacidade
• Aplicações RFID
• Internet das coisas

Itens inclusos:
Material Didático colorido, livro “Implementando RFID na Cadeia de Negócios”, Refeições (Welcome Coffee, Coffee-Breaks Manhã e Tarde, Almoços, Certificado RFID CoE/EPCglobal).

Cortesia da HP:
01 mochila para notebook a cada participante.

Instrutora: RENATA RAMPIM
Doutoranda em RFID em ambientes hostis pela UNICAMP, com estágio no Institut Polytechnique de Grenoble – França, e mestre em Engenharia Elétrica e Computação, também pela UNICAMP. Certificada CompTIA RFID+, especialista em Administração Industrial pela Escola Politécnica da USP, pós-graduada Lato-Sensu em Métodos Computacionais em Engenharia pela Faculdade de Engenharia de Sorocaba, Certificada ISCEA RFIDSCM – RFID Supply Chain Manager, e uma das organizadoras do primeiro livro sobre RFID voltado para a realidade brasileira Implementando RFID na Cadeia de Negócios.

Único laboratório do Brasil acreditado pela EPCglobal
Único com um time certificado internacionalmente pela CompTIA

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Veículos terão chip de identificação ainda este ano.

Vai começar a funcionar em julho o projeto que prevê a instalação de chips de identificação em toda a frota de veículos do país. O Ministério das Cidades trabalha nos últimos detalhes da nova regulamentação do projeto, para que, a partir de 30 de junho, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) esteja com a infraestrutura pronta para dar início á instalação da “placa eletrônica” em 70 milhões de veículos.

O polêmico Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos (Siniav) é uma ambição antiga do governo, alimentada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Foi lançada em 2006, com a pretensão de “chipar” todos os carros do país até 2009, mas acabou no limbo após questionamentos técnicos e uma saraivada de críticas do Congresso, que acusaram o governo de criar um verdadeiro “big brother” nacional ao promover a invasão indiscriminada da privacidade das pessoas.

Agora, o governo volta à carga e promete que é para valer. Há poucas semanas, o projeto foi tema da reunião na Casa Civil, que cobrou agilidade em sua execução. Para aplacar as polêmicas, o governo decidiu reformular completamente o projeto. O novo texto que regula o funcionamento do Siniav já está na mesa do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para ser homologado e deve ser publicado no mês que vem. O Valor teve acesso a detalhes de como vai funcionar o programa.

A colagem do chip – que fica preso a uma etiqueta – será feita no para-brisa dos carros. A instalação ficará sob responsabilidade do Detran de cada Estado. a partir de julho, os Detrans estão livres para iniciar a instalação na frota nacional. Cada órgão estadual terá liberdade para estabelecer seu cronograma de instalação e definir o modo como esse trabalho será feito. O Denatran vai exigir, no entanto, que até julho de 2014 todos os carros do país estejam com a etiqueta eletrônica colada no para-brisa.

O uso obrigatório não está restrito aos carros de passeio. Pelas regras do Denatran, órgão que é vinculado ao Ministério das Cidades , motos, ônibus, caminhões , tratores veículos especiais também estão na lista.

Uma vez instalado o chip, o carro terá seus dados captados por meio de antenas, por  meio de um sinal de radiofrequência, mesma tecnologia usada no serviço de pedágio Sem-Parar, muito comum nas estradas de São Paulo.

Para evitar uma das maiores queixas feitas ao projeto anterior – o armazenamento indiscriminado de informações pessoais -, o Denatran decidiu criar dois bancos de dados distintos para armazenar dados coletados. A definição sobre que tipo de informação será captada e qual será a sua finalidade dependerá, exclusivamente, da condição do carro.

Num primeiro banco de dados serão guardadas informações de veículos que estejam em situação regular, ou seja, aqueles que não têm nenhum tipo de pendência ou restrição. Já no segundo banco de dados vai armazenar informações de carros com licenciamento vencido, bloqueio judicial, falta de inspeção ambiental, notificações de roubo ou furto, entre outros problemas.

Dos carros que estiverem em situação regular, o Denatran vai guardar o numero da placa, o modelo, o ano e a cor do veículo. Diferentemente do projeto original, não serão mais armazenadas informações como números do Registro Nacional de Veículos Automotores

(Renavam) e do chassi do carro. Esses dados ficarão guardados e disponíveis por até dez dias e, após esse prazo, serão automaticamente apagados.

A situação é diferente para veículos que tenham algum tipo de restrição. Nesse caso, além dos dados básicos do carro, será informado que tipo de problema foi identificado. A partir daí, um alerta nacional será dado a todos os agentes sobre a situação do veículo. as informações serão guardadas enquanto o problema não for solucionado.

O armazenamento temporário de dados de veículos em condição regular está atrelado apenas a situações específicas e emergenciais como, por exemplo, a ocorrência de um sequestro. Tome-se como exemplo uma situação em que a notificação de sequestro só chegou à polícia um ou dois dias depois do ocorrido.Nesse caso, a polícia terá meios de pedir ao Denatran que aponte a localização das antenas por onde o carro passou enquanto o sequestro não havia sido notificado, ou seja, enquanto o veículo ainda figurava como um automóvel em condições regular.

Seja qual for a situação do carro, os dados serão gerenciados pelo Denatran e enviados automaticamente para todos os órgãos ligados ao Sinav, como Polícia Rodoviária, Denatrans, Companhia de Egenharia de Tráfego (CET), Receita Federal Etc.

A gestão dessas informações levará em conta o perfil de acesso de cada instituição. Um órgão como a CET, por exemplo, poderá receber apenas informações sobre o fluxo de carros em certa cidade, enquanto a Polícia Federal terá acesso à localização de veículos roubados.

“É o veículo que interessa, não a pessoa. Não há nenhum dado pessoal filtrado pelo sistema. Não temos interesse nenhum de ser big brother”, diz Roberto Craveiro Rodrigues, coordenador-geral de informatização e estatística do Denatran. “O Estado não é dono da informação. Ele é apenas seu fiel depositário. A informação é sua, seu nome lhe pertence. Perseguimos isso o tempo todo para elaborar esse projeto.”

A disposição do governo em enfrentar as prováveis resistências que deverão ser feitas ao projeto se apoia no fato que, com a “placa eletrônica”, será possível melhorar a gestão do tráfego, a fiscalização dos veículos e a segurança da população.

Matéria de André Borges – De Brasília

Fonte: Jornal Valor – Segunda-feira, 12 de março de 2012

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O Brasil ID

Através de um acordo de cooperação técnica firmado em 31 de agosto de 2009 entre o Ministério da Ciência e Tecnologia, a Receita Federal e os Estados da União por intermédio de suas Secretarias de Fazenda, formalizou-se o início do Sistema de Identificação, Rastreamento e Autenticação de Mercadorias, nominado como “Brasil-ID”, que se baseia no emprego da tecnologia de Identificação por Radiofreqüência (RFID), e outras acessórias integradas para realizar, dentro de um padrão único, a Identificação, Rastreamento e Autenticação de mercadorias em produção e circulação pelo País. O projeto é coordenado pelo Centro de Pesquisas Avançadas Wernher von Braun em conjunto com o ENCAT.

Objetivo do Projeto

Desenvolver e implantar uma infra estrutura tecnológica de hardware e software que garanta a identificação, rastreamento e autenticação de mercadorias produzidas e em circulação pelo Brasil, com a utilização de chips RFID, visando padronizar, unificar, interagir, integrar, simplificar, desburocratizar e acelerar o processo de produção, logística e de fiscalização de mercadorias pelo País.

Objetivos Específicos do Projeto

  • Racionalizar e agilizar, no âmbito do governo, os procedimentos de auditoria e fiscalização de tributos, mercadorias e prestação de serviços;
  • Propiciar, no âmbito das empresas, redução significativa de custos e melhoria nos processos de produção, armazenagem, distribuição e logística;
  • Propiciar, no âmbito do governo, maior controle da industrialização, comercialização, circulação de mercadorias e prestação de serviços, no intuito de reduzir significativamente a sonegação fiscal, o contrabando, o descaminho, a falsificação e furto de mercadorias no País, favorecendo, portanto, a um ambiente de concorrência leal;
  • Criar um sistema nacional de gestão do Brasil-ID (Back-Office) que interaja e integre aos sistemas do governo e empresas que poderão demandar ou prover recursos próprios;
  • Especificar, analisar, projetar, dimensionar e desenvolver softwares básicos de gestão nacional e centralizada de dados e transações do Brasil-ID a ser gerenciado pelo governo através de uma entidade designada para tal;
  • Desenvolver soluções de integração de sistemas (middleware) que possibilitará incorporar, de forma automática, os diversos sistemas de informação que irão interagir com os sistemas do Brasil-ID, como, por exemplo, a interface de comunicação com os sistemas da Nota Fiscal Eletrônica. Além disso, o middleware também suportará comunicação padronizada para integração de todos os Leitores de RFID e Sistemas de Comunicação associados que estarão distribuídos pelo território nacional;
  • Especificar, projetar e implantar infraestrutura tecnológica para as Secretarias de Fazenda e Receita Federal para integração com o Brasil-ID;
  • Especificar, projetar e desenvolver softwares especializados para a integração, gestão e geração de dados e controles inteligentes que garantam uma célere e eficaz fiscalização nos postos fiscais, comandos volantes e auditorias nas empresas a partir das interações ocorridas entre os sistemas estruturantes dos Estados e o Brasil-ID;
  • Regulamentar para todo território nacional o uso da tecnologia RFID, visando atender as demandas do segmento de governo e empresarial;
  • Desenvolver sistemas de informação com interface web com diferentes níveis de permissão para garantir acessos restritos a diferentes tipos de informações;
  • Adquirir, desenvolver e implementar toda a infraestrutura tecnológica, para completa operacionalização do Brasil-ID, incluindo servidores, leitores de tags RFID, sensores e atuadores para os postos fiscais, dentre outros.

Fonte: http://www.brasil-id.org.br/sobre.asp

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Empresa da Austrália adota RFID para gerenciar remessas de minérios.

POAGS utiliza etiquetas ativas e leitores para identificar minério em caminhões e para orientá-los para os locais apropriados

A POAGS, maior empresa de logística a granel da Austrália, adotou a identificação por radiofrequência para gerenciar centenas de veículos pesados diariamente em sua instalação remota chamada de Utah Point Bulk Facility, no Porto Hedland, no oeste do país.

Utah Point atende à pujante indústria de mineração da região de Pilbara, fornecendo serviços de transporte para pequenas mineradoras em expansão. A unidade opera até 24 toneladas de carga para transporte todo ano – constituída em sua maioria por minério de ferro e manganês – e ainda gerencia cerca de 370 veículos pesados por dia. De acordo com a POAGS, os veículos pesados chegam a Utah Point a cada quatro minutos e meio, 24 horas por dia, sete dias por semana.

Em Utah Point, a POAGS identifica caminhões com RFID e orienta os motoristas para o local correto de manuseio das cargas de minérios

Com tantos veículos pesados circulando por Utah Point, de acordo com Ray Connell, gerente geral de Tecnologia da Informação (TI) da POAGS, tornou-se vital que a gestão deste tráfego se tornasse mais precisa, confiável e segura, que é onde a tecnologia RFID entrou em cena.
“O grande volume de tráfego pesado trouxe uma série de desafios”, diz Connell. “Em primeiro lugar, temos de garantir o fluxo eficiente de veículos pesados aos estoques alocados, garantir a disponibilidade dos equipamentos para carregamento e, assim, evitar atrasos e filas. Em segundo lugar, garantir a localização exata dos produtos no estoque para evitar contaminação. E, em terceiro lugar, queríamos automatizar a operação com segurança e gerenciá-la com níveis aceitáveis de pessoal para atingir um alto nível de controle de todas as atividades”.

Com o Utah Point operando cerca de 127.000 caminhões em circulação por ano, número que tende a aumentar à medida que aumenta a capacidade da instalação, a POAGS teve de ajustar sua modelagem de tráfego e operação de transferência com base nas metas de exportação das minas, com o intuito de desenvolver um sistema de gerenciamento de tráfego adequado. Inicialmente, a POAGS investigou uma gama de sistemas para controlar fluxo de caminhões e portagem rodoviária com vários prestadores de serviços de Sistemas de Transporte Inteligente (ITS), antes de escolher a solução da RAMP.
“Devido às características específicas e requisitos do projeto”, afirma Connell, “a necessidade de modificar e melhorar significativamente a gestão de cargas da empresa, bem como o prazo apertado, nos fizeram abandonar a abordagem sobre ITS. Avaliamos um grande número de provedores de soluções de RFID e selecionamos a RAMP”.

A RAMP implantou a tecnologia Intelligent Long Range (ILR), da Identec Solutions, com 3.500 tags ativas i-Q350, operando a uma frequência de 915 MHz. A companhia instalou 20 leitores Identec i-Port M 350, com um interrogator posicionado do lado de for a das instalações para detecção remota e os outros 19 no portão de entrada (para detectar a chegada e saída de caminhões), em locais para armazenar minerais antes do embarque e para reaproveitamento de tags. A solução inclui placas eletrônicas de mensagem variável (VMS), para direcionar a circulação de caminhões, junto com um sistema de gerenciamento de tráfego (TMS). A aplicação TMS oferece registros ao banco de dados sobre as entregas e as filas para controlar o fluxo de tráfego e integrar as informações com o sistema de controle central.

De acordo com Connell, houve desafios significativos inerentes à entrega do sistema, incluindo a localização da instalação Pilbara, o clima árido, com temperaturas que excedem os 45ºC, e o grande número de interessados no projeto. A instalação de Utah Point ainda estava em construção e operando parcialmente quando a solução de RFID foi implantada. Como resultado, diversos testes foram realizados de antemão, incluindo a análise da tecnologia dentro das instalações da RAMP, em Sydney, bem como vários estudos de cenários, para garantir que o hardware RFID fosse integrando com a lógica necessária e que o sistema estivesse corretamente ajustado. Os testes foram conduzidos também para assegurar que a solução suportaria o alto volume de tráfego, antes que o sistema fosse posto em funcionamento.

“Trabalhar em torno de equipes de construção civil, elétrica e mecânica é um grande desafio”, relata Connell, “mas ainda assim conseguimos completar a execução dentro do prazo.”

“O sistema de gerenciamento de tráfego oferece um alto nível de visibilidade ao movimento de veículos para os operadores da sala de controle”, diz Connell. “Isso permite o controle dos veículos a cinco quilômetros de distância da entrada do Utah Point e, em seguida, determina o destino do caminhão dentro da instalação, a disponibilidade operacional dos equipamentos da POAGS para descarga do minério e a localização veículos pesados. Entre outros benefícios, esta visibilidade nos permite gerenciar efetivamente a demanda por tempo de serviço, monitorar a demanda por equipamento de descarga e manter as manobras com caminhão dentro de um mínimo necessário”.

A aplicação TMS também foi integrada com o sistema de controle central, com o intuito de coordenar o início e encerramento das operações dos equipamentos de descarga da POAGS com o tempo de chegada dos caminhões e para manter a eficiência máxima dos equipamentos em operação. Além disso, a aplicação determina que o caminhão correto esteja diante do local adequado de estoque, permitindo que o veiculo descarregue sua carga sem risco de contaminação.

A POAGS está trabalhando de perto com cada cliente e com a autoridade do porto Port Hedland Port, segundo Connell, e pretende ampliar as capacidades operacionais do TMS e do RFID de acordo com a expansão do porto.

Fonte: http://www.rfidjournal.com/

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Força Aérea Brasileira Aumenta a eficiência de seus Air Logistics Center

A organização está utilizando etiquetas EPC RFID para reduzir o tempo necessário para carregar cargas, a partir de uma média de 3,5 dias para baixo a 3 horas, e também aumentou a produtividade por 600 por cento.

Por Edson Perin fevereiro 16, 2012-A Força Aérea Brasileira (FAB) está modernizando as operações de sua Centro Logístico da Aeronáutica (CELog), ou Logística Air Center, que é responsável por gerenciar a compra mensal de milhares de toneladas de materiais. Muitos desses materiais circulam entre a Comissão Brasileira de Aeronáutica em Washington (CABW), a Comissão Aeronáutica Brasileira em Londres (CABE) eo Depósito da Aeronáutica do Rio de Janeiro (DARJ), depósito da Força Aérea no Rio de Janeiro. A fim de aumentar sua agilidade e eficiência operacional, CELog pôr em prática um projeto do armazém de automação, utilizando identificação por radiofreqüênciatecnologia. O projeto está inicialmente empregando passivos EPC Gen 2 RFID tags para identificar os materiais emitidos por CABW e CABE e mais tarde recebeu por DARJ. A leitura de dados de tags RFID é realizado através de quatro portais e dois RFID localizadas nos Estados Unidos, em CABW, para o transporte de materiais por ar e mar, e outros dois no Brasil, em DARJ, para a recepção, armazenamento e expedição de materiais para o Correio Aéreo Nacional http://www.cecan.aer.mil.br/> (CAN ), o serviço de correio aéreo nacional, operado pelos militares brasileiros. De acordo com o tenente-coronel da FAB Ascef Rogers, gerente de CELog de ​​TI e logística, o uso da tecnologia RFID levou a uma melhoria significativa no processo de movimentação de carga. A transferência de materiais para o Brasil, o qual, antes da adoção de RFID, poderia ter três a quatro dias para completar-pode agora ser realizada apenas em três horas. Além do mais, devido à complexidade dos materiais transportados, o processo de entrega anteriormente resultou em discrepâncias de 2 por cento entre o registro documental e da carga em si. Com o RFID, diz ele, a taxa de erro caiu para 0,005 por cento.

Paletes carregados com materiais da FAB com a tag

Seal Tecnologia foi responsável pelo projeto de instalação, configuração, testes e ativação de equipamentos para captura automática de dados (portais RFID, computadores e impressoras móveis). A empresa também integrou esses dispositivos com sistema FAB planejamento de recursos empresariais, conhecido como Sistema Integrado de Logística de Materiais e de Serviços (SILOMS), ou serviços de logística integrada e Materiais. Com a implementação do RFID, os relatórios da Força Aérea que aumentou a produtividade de movimentação de materiais entre o Washington, Londres, Rio de Janeiro e sites podem por 600 por cento. O tempo necessário para preparar a documentação necessária para a expedição dos materiais foi reduzido de horas abaixo de um minuto, enquanto o recebimento de um recipiente cheio de materiais em DARJ foi reduzido de oito horas até 45 minutos. ”Quando começamos a planejar o projeto em 2008, tivemos sérios problemas de mobilidade na área de logística e confiabilidade do material, “Ascef estados. Para a colheita e as operações de transporte em CABW, o operador seleciona materiais para embarque para o Brasil. O uso de RFID, diz ele, aumentou os níveis de produtividade e precisão durante a entrega e recebimento de materiais. ”Essa tecnologia será também essencial para ajudar a aumentar a eficiência da logística para os exercícios de combate.” Após serem escolhidos, os materiais são colocados em recipientes ou sobre paletes, e depois passar por portais de RFID instalados em docas de expedição, que automaticamente ler as tags. Com a conclusão do processo, o sistema envia um aviso de transporte avanço para o Sistema de Gestão de Transporte (TMS)-a parte da SILOMS contendo informação sobre o material transportado.

Uma vez que a carga chega ao DARJ, o operador transporta o material para um local de recepção, onde é então gravado utilizando um móvel RFID portal . O sistema gera um arquivo contendo informações sobre os materiais recebidos, que são enviados para os SILOMS TMS. Os materiais são então separados em um armazém até ser liberado pelo serviço do Brasil, Receita Federal, Receita Federal . Após sua libertação, os materiais são separados, armazenados ou enviados para os postos CAN em todo o Brasil. ”Os materiais que estamos transportando todos os tipos de produtos para aeronaves: motor, peças, pneus, radar e outras coisas utilizadas pela FAB”, explica Ascef.

Todo o processo inicia-se quando um fornecedor faz uma entrega. Isto é imediatamente identificada por meio das etiquetas RFID, eo sistema emite então um alerta para aqueles no Brasil, relatando a chegada do produto. ”Nosso ERP sistema de alerta a todos no Brasil “, diz Ascef ( tenente-coronel Ascef Rogers, gerente de TI e Logística da CELog). ”O transporte é por navio de recipiente, quando se trata para fora, ou paletes, quando é por avião.” Toda a carga, independentemente do meio de transporte utilizado, passa através do portal RFID. ”Assim, o produto já está assinado eletronicamente pelo sistema”, Ascef diz, “e os dados transmitidos para o Brasil, os relatórios que avião está tomando o quê.” O tempo do processo é, assim, drasticamente reduzido, acrescenta ele, graças à tecnologia RFID. ”A pessoa pega uma carga, por empilhadeira, passa por baixo de um portal e, ao fazê-lo, já tem um manifesto de carga preparados”, afirma o tenente-coronel. ”Antes, você tinha que ler o código de barras de tudo o que estava sendo entregue e, por vezes materiais não tinha código de barras. Agora, você pode identificar 300 itens de uma só vez sob o portal, sem a necessidade de a contagem individual. discrepâncias de dados diminuíram para quase zero. “

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Internet das coisas fará emergir a inteligência dos objetos

As aplicações da “internet das coisas” são limitadas somente pela nossa imaginação, diz Amazonas

Foto: Ismael Cardoso/Terra

A “internet das coisas” é um dos temas mais discutidos para uma nova era na web, conectando objetos com objetos. Mas qual a utilidade disso? Para o professor da USP e único membro sul-americano do projeto financiado pela Comissão Européia para estudar o assunto, José Roberto de Almeida Amazonas, essa tecnologia pode fazer “emergir a inteligência dos objetos”.

Ele cita como exemplo o armazenamento de barris que guardam produtos químicos. “Se somente oito desses barris podem ser armazenados em algum local com segurança, e por algum erro houver 10 deles, os próprios barris podem formar uma rede e dar o alarme sobre os riscos. Isso pode ser feito pelos próprios objetos”, explica.

Para o professor, a internet como conhecemos hoje é interação com o mundo virtual, baseada na navegação em páginas hospedadas em servidores pelo mundo. Já a internet das coisas é a “extensão do mundo virtual para o mundo real, uma representação do objeto físico no mundo virtual”, explicoiu na manhã desta sexta-feira durante a Campus Party, em São Paulo.

“As aplicações da internet das coisas são limitadas somente pela nossa imaginação”, afirmou Amazonas. Segundo ele, o Japão está extremamente avançado nas aplicações da tecnologia, como a rastreabilidade de alimentos – que fornecem informações sobre vendas para fabricantes e origem para o consumidor – e a interação entre pessoas e lugares. Um dos exemplos é a interação entre marcações eletrônicas nas ruas a cada três metros e uma bengala inteligente. “O deficiente visual informa onde quer ir e a bengala indica. Oferece autonomia”, afirma.

Outros países que estão avançados na pesquisa são a Malásia, que planeja a automação do sistema hospitalar, e a Coreia do Sul, que tem um programa nacional para internet das coisas. A China tem na internet das coisas uma prioridade de governo, segundo o professor, e criou uma cidade para desenvolver a tecnologia. “A automação hospitalar pode monitorar desde o comportamento do médico aos sinais vitais dos pacientes e pode prevenir o erro médico”, afirmou.

Segurança e privacidade
De acordo com Amazonas, objetos conectados e fazendo supervisão automática de ambientes, por exemplo, causam temor nas pessoas. “Elas acham que é a tecnologia do Big Brother.” Para ele, por outro lado, a internet das coisas “não torna o mundo pior do que é hoje”

“Precisamos olhar a realidade que vivemos hoje em segurança e privacidade”, afirmou. “São coisas fundamentais, existem sim possibilidades de ataques, mas mas nada maior do que vivenciamos atualmente”, encerrou.

Campus Party 2012
A Campus Party, o maior evento geek do planeta, realizado em mais de sete países, acontece entre os dias 6 e 12 de fevereiro de 2012. A sede é o Pavilhão de Exposições do Anhembi Parque, na zona norte de São Paulo (SP). Pelo quinto ano consecutivo no Brasil, a edição de 2012 já começou batendo recordes: todas as entradas foram vendidas em 22 dias em setembro do ano passado.

Com 7 mil participantes, sendo 5 mil acampados no local, a Campus Party oferece neste ano mais de 500 horas de conteúdo. Os principais nomes desta edição são Michio Kaku, conhecido como o “físico do impossível”, Sugata Mitra, pesquisador e professor de Tecnologia Educacional da Newcastle University, Julien Fourgeaud, gerente de produtos e negócios da Rovio, John Klensin, pesquisador do MIT, e Vince Gerardis, co-fundador da Created By, entre outros.

A programação do evento tem transmissão ao vivo pelo http://live.campus-party.org e aqueles que quiserem interagir com a transmissão pelas redes sociais podem enviar perguntas para os palestrantes. As hashtags exclusivas para cada uma das áreas de conteúdo são: Ciência – #cpbrCI; Cultura Digital – #cpbrCD; Entretenimento Digital – #cpbrED; Inovação – #cpbrIN e Palco Principal – #cpbrMainStage. A hashtag oficial do evento é #cpbr5.

Terra cobre o evento direto do Anhembi Parque, e, além do canal especial Campus Party 2012, os internautas podem acompanhar as novidades pelo blog Direto da Campus.

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Olimpíadas Londres 2012: Cartões inteligentes

Londres pretende investir no uso de soluções práticas para minimizar o uso do dinheiro vivo durante e depois dos jogos. Uma opção serão os cartões com chips que dão acesso às competições. Em vez de contatos, eles utilizam o sistema RFID com ondas de rádio. Alguns times de futebol já utilizam a tecnologia em seus estádios.

Visitantes em Londres terão opção de usar um mesmo cartão como ticket para jogos, passagem para transporte público e também para compras de pequeno valor. Essa é a fórmula do cartão do banco britânico Barclay. Com o mesmo cartão, o usuário acessa o transporte público e faz compras.

Testes foram feitos com centenas de usuários utilizando também seus aparelhos celulares como forma de pagamento, através de tecnologias do tipo RFID.

Fonte: http://www.canalolimpico.com.br/jogos/olimpiadas-londres-2012-cartoes-inteligentes/

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Mistério: Cidadãos britânicos enfrentam apagão de eletrônicos

Sistema de aquecimento, luzes, campainhas e até o alarme dos carros pararam de funcionar em determinada região da Inglaterra, próxima a uma base militar.

Os moradores de Hampshire, condado localizado no sudeste da Inglaterra, passaram por uma situação curiosa, dispositivos que utilizam identificação por radiofrequência (RFID) pararam de funcionar repentinamente.

Chuveiro, campainha, sistema de aquecimento, luzes e até o controle de alarmes de carros foram atingidos pelo misterioso apagão. Cidadãos de mais de uma vila reportaram o mesmo fenômeno. Os aparelhos voltaram a funcionar normalmente no dia 27 de dezembro, também sem causa aparente.

Por causa da peculiaridade do evento, não demorou muito até que teorias conspiracionistas acusassem a base militar de Aldermastom como responsável pelo apagão, já que nela são produzidas as ogivas que integram os mísseis Trident, do exército britânico.

De acordo com o jornal The Daily Mail, um porta-voz da Ofcom, autoridade responsável pela regulamentação das telecomunicações no país, declarou que o problema pode estar sendo causado por equipamentos que distribuem o sinal de televisão para outros equipamentos da casa. Em outubro, um aparelho desses foi o responsável por fazer com que os controles de alarmes de carros parassem de funcionar na cidade de Southampton, no sul da Inglaterra.

No caso de Hampshire, o apagão não poupou nem os equipamentos de pesquisas da Unversidade de Manchester, que poderiam ter sido utilizados para investigar o problema. Por enquanto, o mistério continua.

Fonte: Tecmundo.

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RFID é incorporada aos serviços de inventário patrimonial da Sispro

Reorganização dos bens patrimoniais incluem tags de Identificação por Radiofreqüência  para garantir segurança e maior controle da gestão dos ativos

A Sispro – Serviços e Tecnologia para Administração e Finanças, acaba de liberar novas funcionalidades do Sispro Patrimônio e de seus serviços de inventário patrimonial a partir da inclusão da RFID (Radio-Frequency IDentification). O objetivo é garantir às empresas a maior controle e segurança na automação e gestão dos ativos físicos a partir de uma tecnologia que vem tendo grande aceitação e utilização em vários segmentos da economia.

A RFID é um método de identificação automática através de sinais de rádiofrequencia que permite armazenar e recuperar dados remotamente através de dispositivos denominados etiquetas RFID, as chamada tags, que podem ser colocadas em um equipamento (ativo), roupa (uniforme) de um funcionário, animal, embalagens de produto entre outros. As informações incluídas nas tags podem ser enviadas a sistemas inteligentes de gestão, como o Sispro Patrimônio para que as empresas possam obter melhores resultados na gestão de seus ativos. No caso dos serviços de inventário da Sispro, as tags são instaladas em todo ou em parte do ativo físico e integrado aos sistemas de patrimônio da empresa.

Segundo Lourival Vieira, diretor de Marketing da Sispro, a nova capacidade do sistema e dos serviços visa atender a uma crescente demanda do mercado pela utilização da tags RFID na gestão patrimonial. “Desta forma, fica mais fácil monitorar o andamento dos estoques e dos ativos, facilitando os serviços de inventário”, afirma o executivo. “Quanto maior é o estoque patrimonial de uma empresa, maior será o beneficio oferecidos pelas tags. Mas, as pequenas e médias empresas já se deram conta disso e caminham para adotar a tecnologia para manter seus ativos sob controle”, ressalta.

O executivo explica que o serviço de inventário patrimonial da Sispro é realizado a partir de processos e metodologias próprias e de acordo com as necessidades de cada empresa, levando em conta seu porte e área de atuação. A revisão de processos e rotinas e são destacados e levam em conta garantir a integração com sistema patrimonial existe com os demais sistemas de gestão legados, que possuam algum envolvimento com o patrimônio. “A definição da política de identificação e cadastramento dos bens é definida previamente e a equipe de consultores da Sispro será destacada para tocar o projeto”, destaca Vieira.

No caso do Sispro Patrimônio, Vieira explica que o sistema possui uma equipe de analistas e de desenvolvimento que fazem com que ele se mantenha atualizado para acompanhar a evolução das demandas de mercado e exigências da legislação no Brasil. No caso do uso da RFID, explica o executivo, o sistema possui a capacidade de receber e controlar as informações enviadas pelas tags no momento que elas são capturadas pela equipe que realiza o inventário. Desta forma, o sistema pode manter os dados atualizados, de forma confiável. “A cada nova etapa do inventário, o sistema pode realizar a integração com os sistemas legados a partir da parametrização das tarefas e processos”, afirma.

Mais informações: http://www.sispro.com.br

Fonte: Brandpress

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Pesquisadores da Califórnia usam tecnologia para prever disponibilidade de água

Um grupo da Universidade da Califórnia está implantando centenas de sensores sem fio em Sierra Nevada, em um projeto chamado “Iniciativa para Infraestruturas Inteligentes de Água”

Claire Swedberg

novembro 22, 2011 – Centenas de sensores sem fio instalados para transmitir dados que indicam a quantidade de neve que caiu ou derreteu de Sierra Nevada, nos Estados Unidos, bem como os níveis de saturação do solo. Toda esta informação pode ser usada para calcular o volume de água disponível para as dezenas de milhões de moradores e empresas da Califórnia, situados no pé das montanhas.

Um passo importante para alcançar esta meta de medir a água disponível tem sido a chamada SierraNet, um programa que vem sendo executado em conjunto pela Universidade da Califórnia (UC), com pesquisadores dos campi de Berkeley e de Merced.

A primeira etapa do projeto SierraNet está ocorrendo na área do Kings River Experimental Watershed e faz parte do laboratório ambiental do Southern Sierra Nevada Critical Zone Observatory (CZO). O projeto é liderado por Steven Glaser, professor de engenharia civil e ambiental de Berkeley, e por Roger Bales, professor de engenharia na Merced e diretor do Sierra Nevada Research Institute (SNRI).

A equipe de Glaser está criando uma instalação maior de sensores sem fio, distribuídos em toda a bacia do rio Americano, com uma doação de US$ 2 milhões do National Science Foundation (NSF). A concessão, feita em setembro de 2011, valerá por um período de quatro anos.

A instalação do rio Americano fornecerá uma visão bem maior do movimento de água originário de Sierra Nevada, a fim de ajudar a prever o abastecimento de água para os centros urbanos desta região. “Na verdade”, diz Glaser, “será a maior rede ecológica sem fios de todo o mundo”.

O projeto é uma pequena parte da chamada “Internet of Water” (internet da água), que os pesquisadores de quatro campi da Universidade da Califórnia – Berkeley, Merced e ainda Davis e Santa Cruz – estão criando. O principal trabalho, conhecido como o “Intelligent Water Infrastructures Initiative” (Iniciativa para Infraestruturas Inteligentes de Água), tem a intenção de controlar o volume e fluxo de água nas montanhas, aquíferos e o delta dos rios californianos de Sacramento e San Joaquin, tornando esses dados disponíveis para o público em geral pela internet, em tempo real.

O Intelligent Water Infrastructures Initiative conta com apoio do Center for Information Technology Research in the Interest of Society (CITRIS) (Centro de Pesquisa em Tecnologia da Informação de Interesse da Sociedade), um programa multidisciplinar que abrange os campi de Berkeley, Davis, Merced e Santa Cruz, da Universidade da Califórnia, além de mais de 60 parceiros industriais.

A quantidade de neve e de água nas montanhas é de interesse para muitas agências da Califórnia e empresas privadas, incluindo gestores de água distritais, agricultores, geradores de energia hidrelétrica, gestores de recursos da vida selvagem e planejadores industriais.

A compreensão da profundidade da neve que cai a cada ano nas montanhas e quando e como derrete exigia medições feitas manualmente e que ocorriam apenas esporadicamente. Um pesquisador media a profundidade da neve em locais diversos da montanha e registrava os resultados, até quatro vezes por ano. Agora, a solução automatizada pode fornecer medições a cada 15 minutos durante todo o ano.

Os cientistas descobriram que os resultados limitados obtidos a partir das medições manuais para estimar a quantidade de água, muitas vezes, ofereciam previsões discrepantes com os cenários reais. Ou seja, houve casos de agricultores que chegaram a plantar menos do que poderiam, pois achavam que o volume de água seria menor do que o que realmente tiveram disponível.

Com o CZO existente, bem como outras implantações financiadas pelo NSF, os pesquisadores estão utilizando etiquetas RFID ativas de 2,4 GHz, que se comunicam através de um protocolo da Dust Networks, que se baseia no padrão IEEE 802.15.4e para redes pessoais. Glaser está familiarizado com esta tecnologia, afinal integrou a equipe de Berkeley que desenvolveu há 10 anos o protocolo da Dust Networks.

O CZO SierraNet localizado em Providence Creek, sul de Shaver Lake, a cerca de uma hora a oeste de Fresno, abrange mais de 1,5 quilômetro quadrado. A rede mesh do local inclui um total de aproximadamente 60 sensores sem fio (usando dados de um total de 300 sensores que capturam informações relativas ao solo e neve), posicionados a até 150 metros de distância.

Cada sensor sem fio é construído em uma caixa montada em um poste de 12 metros de altura. A caixa contém um transponder de 2,4 GHz, alimentado por uma bateria AA, uma bateria de gel de células recarregáveis e um chip para armazenar dados. Os sensores são montados com o mesmo pólo ou são enterrados no solo. Estes medem temperatura, umidade e sucção matricial (um parâmetro que serve para indicar a quantidade de água disponível para as plantas).

Os sensores de poste, colocados a uma altura suficiente para permanecerem acima da camada de neve, medem a profundidade da neve, temperatura, radiação solar e umidade relativa. A bateria do sensor é recarregada por um painel solar montado em um braço que se estende a partir do pólo, em cima da antena para transmissão de dados.

A cada 15 minutos, cada transponder transmite medições, juntamente com o seu próprio identificador exclusivo, pelo protocolo da Dust Networks (TSMP), que se baseia na norma 802.14.5e. A informação é capturada por transponders adjacentes, localizados a até 150 metros de distância ou por um “funil”, para transmitir dados quando a intensidade do sinal entre transponders não é forte o suficiente para encaminhar as informações.

Os dados são, então, enviados para um gateway, instalado em uma estação central ligada a uma torre de 50 metros de altura, acima do nível das árvores. O gateway recebe as informações e utiliza uma ligação de celular para transmiti-las de volta ao software dos pesquisadores, um servidor acessível por computador ou iPhone Apple.

O software armazena e interpreta as medições e os pesquisadores podem visualizar os resultados a fim de determinar detalhes a respeito da água e neve nas montanhas.

O projeto incluirá uma rede de sensores que cobrem os segmentos de uma área de 2.000 quilômetros quadrados da bacia do rio Americano, na Sierra Nevada. Glaser diz que os pesquisadores instalarão 25 redes de sensores diferentes (cada uma cobrindo cerca de um quilômetro quadrado), em partes separadas da bacia hidrográfica, incluindo encostas de norte a sul, áreas arborizadas e abertas, e as terras planas e colinas, em uma variedade de elevações.

Cada rede incluirá um gateway e 25 TSMPs baseadas em sensores sem fio. Cada estação-base irá se comunicar com o software de back-end por meio de duas vias VHF, um sistema de transmissão de rádio ou pela conexão de satélite ou celular. As conexões via satélite só serão capazes de enviar dados, mas não de recebê-los.

Neste caso, diz Glaser, o transponder de cada nó de sensores será incorporado a um “brain board” (placa cerebral), que vai permitir aos pesquisadores alterar remotamente instruções de qualquer um dos sistemas de sensores que estiverem transmitindo dados para o transponder.

Atualmente, Glaser está trabalhando na concepção e implantação do sistema, bem como na melhoria do hardware dos sensores, para determinar a melhor localização em relação ao transponder e otimizar o layout de cada rede. “Nós programaremos o software para suportar o grande volume de dados que o sistema irá gerar”. Os pesquisadores também devem trabalhar sob a autorização do U.S. Forest Service, para instalar a tecnologia em terras federais.

Quando a neve derreter na primavera de 2012, pesquisadores e estudantes universitários instalarão os sensores, que devem começar a recolher dados imediatamente. Os cientistas preveem partilhar as informações inicialmente com o Sacramento Municipal Utility District, que será capaz de usar as informações para otimizar a sua estratégia para operar barragens locais. As entidades públicas e privadas também serão capazes de acessar os dados pelo site da SierraNet.

A longo prazo, segundo Glaser, o grupo de pesquisa pretende instalar sensores em outros aquíferos, a fim de criar um sistema estadual de cálculo do volume de água, de modo que aqueles que dependem do recurso possam planejar melhor as suas atividades. O sistema estadual será instalado em local ainda a determinar.

Fonte: RFID Journal Brasil

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