Os benefícios da integração da internet das coisas à nossa vida cotidiana

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Executivo lista quatro aplicações para IoT, que prometem revolucionar a vida das pessoas

A internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) é uma rede onde estão conectados à internet objetos utilizados no dia a dia e, por meio de sensores instalados nesses objetos, é realizada a captura, o armazenamento e a gestão de dados para convertê-los em informação com a qual se pode tomar melhores decisões e automatizar atividades e processos. Atualmente, o custo de conexão é menor, o que possibilita incrementar imediatamente o número de coisas conectadas para criar redes inteligentes em qualquer lugar e para qualquer atividade.

Essa tecnologia já é utilizada em diversas áreas como de automóveis, animais, aviões e segurança social, entre outras, em diversas partes do mundo, onde se vê de maneira significativa como são facilitadas as atividades e os benefícios gerados para as pessoas e empresas.

A tecnologia que está sendo desenvolvida e aplicada hoje já consegue combinar dados, inteligência de análise e interpretação e apresentação da informação para facilitar a tomada de decisões, trazendo uma maior eficiência e produtividade.

Alguns casos de IoT já se encontram em operação e começam a mostrar resultados, enquanto outros se encontram em fase de testes, mas seguramente facilitarão a vida de muitos. Vejamos alguns exemplos do que a internet das coisas já faz na vida cotidiana.

Aviões mais eficientes
Hoje, já está em uso uma tecnologia que coleta e agrega dados de diversos sensores localizados em aviões que voam em várias partes do mundo, para saber em tempo real o rendimento do motor das aeronaves durante um voo, as descargas massivas de dados do tipo “caixa-preta”, os registros técnicos e planos de voo, assim como os dados prognósticos e meteorológicos gerados por terceiros.

Esses dados todos são analisados e com modelos de dados em escala é possível se detectar com precisão as anomalias operacionais e ajudar os clientes a planejar ações relevantes.

IoT restabelece a saúde de um gato
Depois de observar que seu gato Yollo começou a ganhar peso de maneira considerável, Dave Evans, o humano do felino, construiu um rastreador que descobriu a vida secreta de sua mascote. Os dados que o rastreador reuniu indicadores de que o peludo frequentava outros lugares na vizinhança onde o alimentavam, e revelou o motivo de ele estar engordando.

Com a informação, o dono de Yollo visitou seus vizinhos e pediu a eles que não alimentassem o gato, e assim combateu o problema. A partir daí, começou a desenvolver uma solução para evitar a perda de mascotes e propiciar a socialização dos amigos peludos. No site criado para esse fim, os dados dos dispositivos são inseridos, processados, armazenados e logo os usuários podem visualizar tendências de maneira simples e fácil.

Automóveis conectados para otimizar a produtividade dos motoristas
Outro dispositivo que já está bastante integrado com a internet das coisas são os automóveis. Recentemente, foi apresentada uma plataforma para veículos conectados baseada na nuvem, que inclui serviços como assistentes virtuais, aplicativos empresariais, serviços de escritório, análises visuais e ferramentas de produtividade para reduzir as distrações dos motoristas e ajudá-los a ter ainda mais mobilidade.

Esses aplicativos proporcionam uma navegação avançada, manutenção preventiva e monitoramento remoto de características de automóveis, por exemplo.

Benefícios em transporte
Outro exemplo: sensores instalados nos tanques de combustível de uma companhia do setor de transporte, que coletam e transmitem em tempo real os dados de interesse estabelecidos pelo cliente e viajam rapidamente pela rede até a nuvem, onde são processados, armazenados e suportados.

Por meio dessa solução, os empresários monitoram o consumo real e evitam o roubo do combustível. Outros benefícios para as empresas são maior precisão na coleta de amostras, geração de alertas personalizados que o cliente recebe em seu computador, celular ou e-mail e a possibilidade de administrar seus inventários em tempo real.

A IoT já é uma realidade e os casos citados demonstram isso, assim como outros tipos de aplicação e outros setores em todo o mundo.

*Roberto Prado é diretor de Computação em Nuvem da Microsoft Brasil

Matéria Retirada de: IT FORUM 365

Gestão de tráfego através de RFID

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Gestão de tráfego através de RFID

Depois de instalar câmeras de CFTV em estradas importantes sob o projeto da cidade segura de Islamabad, o governo Paquistanês está amadurecendo um outro projeto que não só ajudará em questões de segurança, mas também ajudará a resolver a questão do tráfego nas estradas. Presidindo uma reunião na quinta-feira, o ministro do Interior, Ch Nisar Ali Khan, dirigiu a polícia de trânsito de Islamabad para instalar barreiras RFID em todos os pontos de entrada e saída até o final de maio.

Acidentes de trânsito deixam quatro mortos no Vale do Sinos

Em muitas cidades modernas, a tecnologia RFID está sendo usada para garantir o bom fluxo de tráfego e evitar congestionamentos. Cada veículo pode ser instalado com uma etiqueta RFID. Esta etiqueta RFID iria armazenar todas as informações sobre o veículo, podendo ser usada  identificar cada veículo de forma única e ajudar ao motorista enviando mensagens de trânsito. Juntamente com o sistema de sinalização existente, a tecnologia pode ser usada para manter a contagem de veículos e ajudar na detecção de congestionamento de tráfego. Entendemos que a introdução deste sistema de marcação RFID automatizado irá assegurar os viajantes de frequentes checagens de segurança em vários pontos de verificação da polícia permitindo melhor controle dos recursos humanos. Como o ministro do Interior deu duas semanas para NADRA e administração de TIC para elaborar as modalidades relativas aos custos e emissão de etiquetas RFID para os passageiros regulares, esperamos que todos os ângulos serão mantidos em mente para a plena utilização desta tecnologia. Após a sua operação bem sucedida, o mesmo sistema pode ser replicado em outras grandes cidades, a fim de lidar com a questão do congestionamento do tráfego que se tornou uma dor de cabeça para as pessoas

 

Texto Adaptado de: PakistanOBSERVER

Internet das Coisas e os requisitos à comunicação corporativa

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O termo Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) foi usado pela primeira vez em 1999 e, quase duas décadas depois de diversas discussões conceituais, está emergindo com os mercados relacionados a tecnologias da informação e das telecomunicações. Essa iniciativa promete mudar a forma de fazermos as coisas por meio de uma recompilação da informação em tempo real, além de melhorar as oportunidades de aprendizagem, segundo estudo realizado pela União Internacional das Comunicações (UIT), pertencente à Organização das Nações Unidas.

A pergunta a se fazer diante deste cenário, no entanto, é se o mercado corporativo está pronto para isso. Nesse mercado, comunicações e colaboração formam o objetivo final e é isso o que as empresas provedoras de soluções de comunicações têm trabalhado já há alguns anos. A adoção da computação em nuvem, por exemplo, se espalha por meio de redes públicas e privadas, em um esforço para obter o benefício máximo de recursos compartilhados como servidores, armazenamento ou redes utilizadas por diferentes usuários dinamicamente, da mesma forma que o surgimento de grandes data centers.

Vejamos então o que está à frente da IoT e quais são as perspectivas para as empresas. Já em 2005, a UIT, definia a Internet das Coisas como a função do nosso mundo hiperconectado que engloba um conjunto de avanços tecnológicos em diferentes áreas – especificamente conectividade sem fio, nanotecnologia, identificação por radiofrequência (RFID) e tecnologias de sensores inteligentes. Os avanços destas tecnologias, quando combinadas, podem ajudar a concretizar a Internet automatizada, baseada em dispositivos conectados que se comunicam regular e relativamente sem esforço.

Governos, empresas e consumidores estão usando a IoT e o Big Data atualmente para introduzir novos modelos de negócios, melhorar a prestação de serviços, aumentar a eficiência na produção e melhorar o bem estar da população. De forma semelhante a muitas tecnologias, vendedores, executivos, operadoras, políticos e reguladores têm como objetivo maximizar os benefícios da implantação e reduzir ao mínimo os riscos potenciais à segurança e à privacidade.

Assim, podemos simplificar o termo Internet das Coisas como um conjunto de tecnologias relacionadas (além das mencionadas como a convergência, serviços em nuvem, análise de dados e proliferação de sensores) que podem ser usadas em conjunto para obter como resultado:

1.     Maior monitoramento de pessoas, máquinas e dispositivos

2.     Mudança de paradigma nas comunicações de homem-a-homem, máquina-a-máquina; algo como tudo-a-tudo

3.     Percepção maior e mais rápida acerca do estado, da função, do meio ambiente e de tudo à nossa volta

A explosão da Internet das Coisas está levando a um aumento exponencial nos requisitos da infraestrutura física para suportar uma quantidade de máquinas virtuais que aumenta rapidamente e funcionam dinamicamente. A demanda, por vezes, exige isolamento, segmentação, segurança e compartilhamento, tanto nas empresas quanto nos governos e entidades. As operações em cloud utilizam os data centers virtualizados, proporcionando uma perfeita mobilidade da carga de trabalho como fator-chave para garantir a continuidade dos negócios e melhor experiência do usuário na busca por grande quantidade de informação, em uma ampla variedade de dispositivos e aplicações.

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A consultoria especializada em TIC Gartner havia previsto 6,4 milhões de “coisas” conectadas em uso no mundo todo em 2016. No entanto, em meados de 2015 estimava-se que 15,7 milhões de dispositivos estavam conectados à Internet – incluindo telefones celulares, parquímetros, termostatos, monitores cardíacos, pneus, estradas, carros, supermercados e muitos outros tipos de objetos.

Estimativas de mercado incluem:

–  25 bilhões de dispositivos conectados em 2020 (UIT);

–  24 bilhões de dispositivos conectados em 2020 (GSMA e Machina Research);

–  26 bilhões de dispositivos implantados na Internet das Coisas até 2020, um aumento de trinta vezes desde 2009 (Gartner);

–  A ABI Research estima que haverá mais de 40,9 bilhões em 2020.

–  De acordo com a Deloitte, o mercado de hardware para a Internet das Coisas tinha um valor de cerca de US$ 10 bilhões e o de serviços, aproximadamente US$ 70 bilhões, somente em 2015.

–  A ABI Research sugere que a demanda por hardware e conectividade de IoT cresce a uma taxa anual entre 10% e 20%, enquanto as aplicações, análises e serviços crescem entre 40% e 50% anualmente.

–  O Gartner estima que os provedores de produtos e serviços de IoT poderiam gerar receitas superiores a US$ 300 bilhões até 2020.

–  Previsões da IDC assinalam que o mercado mundial de soluções para IoT crescerá de US$ 1,9 trilhão em 2013 para US$ 7,1 trilhões em 2020.

Em resposta a essas necessidades, organismos de normatização definiram diferentes soluções ou alternativas para lidar com grandes números de usuários com diferentes dispositivos, aplicações e fluxo de informações e dados coletados. Um exemplo é a tecnologia Intelligent Fabric (IFAB), uma arquitetura de infraestrutura que automatiza e simplifica o design, a implantação e a manutenção de redes elásticas baseadas em padrões. IFAB proporciona visibilidade e controle das redes sobrepostas, o que é um benefício, já que a maioria dos data centers atuais têm cargas de trabalho mistas

Matéria original: CIO

Rock in Rio 2017 utilizará Pulseiras RFID como ingresso

O Rock in Rio 2017 adotou uma nova tecnologia de ingressos; Pulseiras “RFID” que tem informações de quem comprou, além de substituir o convencional ingresso do Festival.

Desde o anúncio da tecnologia, muitas pessoas ainda não tiveram contato com a pulseira, seja via imagens ou pessoalmente, uma vez que, as pulseiras só serão entregues ao primeiros compradores de ingresso do Rock in Rio Card a partir de Março.

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Imagem: Reprodução. Esta é a pulseira que substitui os ingressos para o Rock in Rio 2017.

Na imagem acima, é possível identificar que a pulseira tem um lacre (imagem: Lacre em branco) – e isso é o detalhe mais importante que você precisa saber até agora.

Este lacre se auto-ajusta no braço do usuário, fazendo com que ele só seja retido com uma tesoura ou qualquer objeto que o faça romper. Caso você receba sua pulseira e tente colocá-la no braço antes do evento, e consequentemente tenha sucesso nisto, você perde o ingresso, uma vez que, a portaria do Rock in Rio não aceitará nenhum lacre rompido.

Registrando suas informações no site do Rock in Rio 2017

Ao receber sua pulseira, é a hora de registrá-la. Isso deve ser feito através de um aplicativo, ou no site do Rock in Rio 2017. Conseguimos algumas imagens da última edição do Rock in Rio USA, mas não conseguimos acessar o sistema para troca.

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Imagem: Rock in Rio USA – Sistema para adicionar as informações à pulseira do Rock in Rio 2017.

Como alternativa ao site, provavelmente será disponibilizado um aplicativo para registrar sua pulseira. O mesmo foi feito durante o Rock in Rio USA.

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Imagem: Rock in Rio USA – Aplicativo também tornará disponível registrar pulseira via smartphones e tablets.

Como será o ‘check-in’ na nova Cidade do Rock?

O chip RFID tem um código único. Ao registrar suas informações no site do Rock in Rio, e ao passar a pulseira na portaria, o sistema vai se encarregar de identificar se sua pulseira é válida ou não. É como se fosse um passe para andar de ônibus; você passa na roleta, e gasta uma passagem.

Com o RFID da pulseira, você vai até a portaria e a portaria vai identificar o número único de sua pulseira, identificando que você está no evento e que tem um ingresso para entrar.

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Imagem: Reprodução My Zone Media – Sistema de RFID vai ser usado para entrar no Rock in Rio.

Agora que já esclarecemos algumas das principais dúvidas sobra sua pulseira do Rock in Rio 2017, nos vemos na Nova Cidade do Rock em Setembro.

Rock in Rio 2017

Imagem: Rock in Rio

Devemos lembrar que algumas informações podem não entrar em conformidade com o tutorial oficial que deve ser disponibilizado pelo Rock in Rio. As informações aqui utilizadas, foram tiradas do Rock in Rio USA, que começou a utilizar pulseiras RFID na edição de 2015.

 

Matéria Adaptada de: TecStudio

“RFID não mente” diz o varejista Lululemon

TORONTO, ON - MARCH 19: Lululemon has yanked its popular black yoga pants from store shelves after it found that the sheer material used was revealing too much of its  loyal customers Shots of exterior of two stores one at 342 Queen st west and the one in the Eaton Centre taken  on March 19th 2013..... This is the Queen st west store.        (Colin McConnell/Toronto Star via Getty Images)

RFID fornece aos consumidores níveis de inventário de estoque altamente precisos, melhorando muito as compras on-line e as escolhas de peças dentro das lojas.

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Lentamente, mas diria que a maior parte do tempo, a utilização do RFID em itens, especialmente os mais frágeis, está ganhando espaço.

A Macy’s disse que terá todos os itens em suas lojas marcados até o final de 2017. A Target está se movendo rapidamente com sua estratégia de tagging RFID e divulgando publicamente seus benefícios. Kohl’s é dito para trabalhar duro em testes RFID em suas lojas.

Um outro varejista da especialidade que se moveu abaixo do trajeto de RFID é a Lululemon. No mês passado, Jonathan Aitken, diretor de TI de varejo e RFID, escreveu uma interessante coluna no LinkedIn sobre sua experiência usando a plataforma tecnológica da empresa como consumidor.

Aitken queria comprar uma camisa que logo iria desaparecer das prateleiras. Indo para a loja mais próxima de seu escritório, ele encontrou a camisa mas não o tamanho que precisava.

“Em vez de pedir ajuda de um de nossos incríveis educadores (o que chamamos de associados da loja), e perdir-lhes para localizar um produto para mim em uma loja próxima ou pedir-lhes para verificar se havia algo no estoque, eu puxei meu iPhone e usei o aplicativo da Lululemon para digitalizar o código de barras no hangtag”, disse Aitken. “Nosso ecossistema RFID entrou em ação”.

Esse aplicativo, disponível para Android, bem como iOS, usa a câmera do telefone para digitalizar o código de barras (não ler a tag RFID) na tag de bloqueio. Essa varredura então puxa a página de detalhes do produto no site de comércio eletrônico da Lululemon.

Em seguida, utiliza as “integrações de back-end” da empresa para a RFID fazer uma verificação de inventário em tempo real em todas as lojas, classificadas pelas mais próximas de Aitken, com base na localização de seu telefone.

“Eu podia ver que não havia tamanho grande nessa loja, mas havia um grande na nossa loja da Robson Street, a dois quilômetros do centro da cidade e eles tinham dois deles em estoque! Depois do jantar, chequei o inventário novamente e meu telefone mostrou que ainda restavam dois números grandes na loja e a atualização foi feita há menos de cinco minutos”.

Chegando na loja, ele foi para o rack confiante de que o item estaria lá.

“Como a nossa equipe operacional de RFID gosta de dizer “RFID não mente”, Aitken disse, acrescentando que os estoque de loja são agora 98% + precisa.

Materia traduzida de: SCDigest