Tecnologia vai agilizar despacho de bagagens

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Os norte-americanos são rápidos para descobrir e adotar tecnologias que estimulem o autosserviço. Os quiosques para check-in e impressão do bilhete e do documento para fixar na mala com o destino já são lugar comum por lá. Agora, a companhia aérea Delta anunciou o uso da tecnologia de reconhecimento facial para o despacho de bagagens.

O start é no próximo trimestre, com a disponibilização, ainda em fase de testes, de quatro máquinas de autoatendimento no aeroporto internacional de Minneapolis – St. Paul. O investimento será de US$ 600 mil e permitirá aos clientes despachar suas próprias bagagens.

Uma máquina correlacionará o consumidor com as fotos nos passaportes por meio de verificação de identificação, algo inédito entre as companhias aéreas dos Estados Unidos. A introdução deste novo serviço faz parte da estratégia da companhia aérea de agilizar os processos nos aeroportos. A ideia é que aquela imagem da áreas do saguão lotadas fique cada vez mais no passado.

A Delta também trabalhou com a Transportation Security Administration para implementar as primeiras esteiras de triagem automatizadas no Aeroporto Internacional de Atlanta Hartsfield – Jackson (EUA). No ano passado, introduziu a tecnologia de rastreamento de bagagem por radiofrequência (RFID), oferecendo aos clientes em tempo real da bagagem por toda a experiência de viagem.

Para acelerar a inovação, a empresa está investindo no Engage, um programa de aceleração de empresas com tecnologias emergentes baseado em Atlanta (EUA). Também participam da iniciativa o Instituto de Tecnologia da Geórgia e os CEOs da AT&T, Chick-fil-A, Cox Enterprises, Georgia Pacific, Georgia Power, Intercontinental Exchange (IC), Invesco Ltd., The Home Depot e UPS. O objetivo é oferecer mentoria, educação e oportunidades de colaboração com as 10 empresas fundadoras para até 48 startups durante os próximos três anos. Cada empresa investiu US$ 1,5 milhão.

“Esse projeto oferecerá à Delta a possibilidade de construir relacionamentos com startups com grande potencial e desenvolver o ecossistema de inovação”, explica a gerente de comunicação corporativa para a América Latina e o Caribe da Delta, Sarah Lora.

Melhorar a qualidade da oferta dos serviços pela internet é sempre um ponto de atenção nos novos projetos. “Esse é um dos primeiros pontos de contato de nossos clientes ao planejar uma viagem. Portanto nos esforçamos para fornecer as mais modernas ferramentas tecnológicas para simplificar o processo para que nossos clientes possam desfrutar de todas as etapas da sua viagem”, comenta. Recentemente, a empresa renovou o seu site www.delta.com, com a proposta de facilitar a navegação e incluir novos serviços.

O mesmo esforço tem sido feito com a oferta de informações sobre destinos, taxas e check-in em dispositivos móveis. O aplicativo Fly Delta oferece diversos recursos, desde a escolha de um novo assento até o acompanhamento de bagagens. O app também fornece acesso a guias de destino, registros de voo, mapas de viagens interativos.

Sarah comenta que a participação no Engage foi algo natural, devido à forte parceria com as universidades com o The Hangar, o Centro Global de Inovação Delta. “A inovação é um pilar fundamental da nossa empresa. Queriamos envolver aqueles que tem uma paixão por empreendedorismo e obter suas ideias na resolução de problemas complexos com uma solução criativa”, conta.

 

Matéria Original: Jornal Cidades

Além dos sensores: RFID e Vestíveis

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Armazéns, lojas de varejo e outras indústrias estão usando tags RFID e dispositivos portáteis para ERP e gerenciamento de cadeia de suprimentos.

Operações de armazém, lojas de varejo e muitas outras indústrias estão alavancando soluções IoT usando tags RFID e dispositivos portáteis. Examinaremos as principais tecnologias e discutiremos como elas podem ser integradas nas estruturas ERP e gerenciamento de cadeia de suprimentos.

Muitos consumidores provavelmente têm o equívoco de que as tags RFID podem transmitir informações em grandes distâncias. Lembre-se do comercial, onde um caminhão grande está parando em uma mesa no meio da estrada? Quando o motorista sai, a pessoa na mesa diz: “Você está perdido!” Incrível, o motorista pergunta: “Como você sabia?” Para o qual a pessoa da mesa responde: “As caixas nos contaram”.

O erro aqui é comum, mas importante para entender os dois tipos diferentes de tags RFID disponíveis e aplicativos apropriados para cada um.

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As etiquetas RFID que são rotineiramente inseridas nas caixas de frete são tags RFID passivas, que compreendem uma antena, um pequeno circuito integrado e cerca de 2 kilobits (2K) de memória em um chip sem fonte de energia. Estes podem ser lidos de um alcance de até 6 metros por um leitor dedicado que emite ondas de rádio. As ondas atingem a antena da etiqueta e alimentam o chip, que então envia seus dados para o leitor em um processo chamado “backscatter”.

As tags RFID ativas, a custos variando de US $ 20 a mais de US $ 100 cada, possuem sua própria fonte de energia e transmitem seus sinais em distâncias mais longas. Estes são frequentemente afixados em recipientes de transporte e outros veículos e veículos de grande porte. No comercial, teria sido mais provável que o caminhão dissesse à mesa que estava perdido.

Casos de uso de RFID no varejo

Os varejistas estão encontrando um número crescente e diversificado de maneiras de aplicar tags RFID passivas não só para inventário e operações relacionadas, mas também para vendas, marketing e o aprimoramento da experiência do cliente.

Muitas dessas aplicações voltadas para o cliente combinam tecnologia RFID com tecnologias portáteis, como smartwatches e trackers de fitness, para interagir com clientes na loja.

Imagine um cliente caminhando para uma loja de varejo usando seu smartwatch, que é lido instantaneamente após sua chegada. Todas as formas de interações tornam-se possíveis. O relógio pode dizer ao usuário quando eles estão se aproximando de um item no qual eles expressaram interesse, ou que é recomendado com base em seu histórico e perfil de compras. Leitura de informações de fitness e bem-estar armazenadas no vestuário, uma loja pode recomendar certos tipos de alimentos, calçados de crossfit novos e melhorados e outros itens relevantes.

No checkout, as etiquetas RFID podem ser lidas e, usando os dados de pagamento do cliente do seu smartphone, a transação completa pode ser tratada sem nunca mover itens fora do carrinho e sem a necessidade de um caixa humano. Isso mantém a promessa de reduzir consideravelmente os tempos de espera e melhorar a experiência de compra global para o cliente.

Capturar todas essas interações, bem como quais usuários de rótulos de prateleiras interativos pesquisam para obter mais informações e dados de tráfego que detalham seus movimentos em toda a loja, fornecem informações detalhadas para os varejistas. Este tipo de dados ajuda o gerenciamento de lojas a melhorar a colocação e promoções de produtos, bem como locais de estoque, sinalização e outras atividades de construção de vendas. Também ajuda a otimizar os processos da cadeia de suprimentos.

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A precisão do inventário em tempo real, devidamente utilizada, praticamente elimina as situações de estocagem sem incorrer nos custos de sobre-estoque. Os leitores de RFID implantados de forma inteligente também ajudam a reduzir outras perdas de produtos. Sabendo com certeza quais locais de lojas atualmente têm estoque em mão, ajuda a justificar decisões para re-localizar o inventário de forma econômica.

Da mesma forma, os recursos de rastreamento de ativos de tags RFID passivas e ativas ajudam as operadoras a localizar equipamentos necessários e outros itens muito mais rapidamente do que qualquer pesquisa humana jamais conseguiu.

O pessoal de vendas também se beneficia, uma vez que as etiquetas RFID informam o inventário disponível e, em seguida, fornecem informações sobre produtos diretamente sobre os tablets, que podem compartilhar com os clientes diretamente no chão de vendas. Uma vez que as informações do cliente da conta de sua loja, e mesmo de sua tecnologia portátil (com aprovação suficiente), estão na ponta dos dedos do associado, ele pode ajudar os clientes a tomar decisões verdadeiramente informadas.

Aumentando o valor da tecnologia vestível

A tecnologia usada no pulso certamente liderou o caminho em tecnologias wearable. Os usuários recebem todas as formas de notificações, não apenas no contexto do varejo, mas a maioria das partes de suas vidas.

O mercado está agora vendo o surgimento de roupas interativas. Camisas que lêem quantas calorias foram queimadas durante o exercício, pulso e respiração, e muito mais. Calças que fornecem informações sobre quantas etapas foram conduzidas. Nós já podemos imaginar outerwear que fornece calor adicional em resposta a temperaturas baixas.

Esta é uma Internet de coisas

Conectar clientes com produtos e operações de varejo tem a promessa de melhorar significativamente as experiências dos clientes, tornando os revendedores mais receptivos e tornando a experiência de compra muito mais imersiva do que antes. A conexão destes ambientes de varejo e as transações que ocorrem dentro deles também continuará a otimizar as operações. Estamos apenas começando a descobrir as novas capacidades e oportunidades permitidas por esta tecnologia.

Materia Original: ZDNet

Nos Estados Unidos, o WALMART também vem testando o uso de Drones em armazens

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Um Drone Contador

O “Aviãozinho”, quem diria, também pode fazer controle de estoques.

Fazer inventário em armazéns não é, definitivamente, uma tarefa glamourosa – sobretudo quando se tem milhares de produtos em estoque e a obrigação de contá-los um a um, periodicamente.

Em geral, usa-se o “bipe”, método em que o funcionário passa um leitor em cada caixa. Ou o olho mesmo, auxiliado sempre pelo dedo indicador: 1,2,3 e por aí vai… Pois agora há uma terceira maneira de cumprir o enfadonho trabalho: via drone.

A brasileira GTP Tecnologia criou um serviço em que o aviãozinho não tripulado monitora os itens em estoque. Equipado com sensores aéreos, o drone entende a distância que está do solo e consegue medir a altura, largura e volume dos objetos. O dado capturado é, então, enviado para um software e “cruzado” com os números de entrada e saída de produtos. Qualquer desencontro é apontado em tempo real. o voo no armazém lembra o dos aviões normais. “Substituímos o GPS tradicional por um sistema de navegação aérea”, conta o diretor Luiz Araújo. A Comunicação com os sensores do ambiente ocorre por meio de um transponder – assim, o drone sabe dizer em que coordenada geográfica do armazém o produto está alocado.

A GTP estuda a tecnologia desde 2014, mas o lançamento ocorreu neste ano: Unnafibras e Taurus são alguns dos clientes. Nos EUA, o Walmart também testa o uso de drones para inventário.

 

 

Porque a empresa inteligente será o futuro?

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Quando pensamos sobre como empresas, governos, instituições, fabricantes e mesmo a própria sociedade civil vão trabalhar no futuro, duas palavras me vêm à mente: Empresa Inteligente. Uma rede mundial de sensores conectados aos computadores via tecnologia sem fio para analisar dados dará às empresas em todo o planeta mais informações e visibilidade sobre o modo como pessoas, dispositivos e sistemas estão trabalhando.

As empresas terão uma nova “inteligência” para tomar decisões em tempo real. As cidades saberão e poderão controlar – em tempo real – como são coordenados fluxos de tráfego, água e energia elétrica, além de inúmeros outros fatores da vida urbana. As empresas vão conhecer e ser capazes de dar respostas – em tempo real – à movimentação de produtos e estoques e ao local que os demandam.

Os fabricantes poderão saber quais peças são necessárias e produzi-las com agilidade. As empresas ficarão cientes do que está acontecendo e serão capazes de agir imediatamente com base nessas informações. Por exemplo, elas poderão saber onde seus funcionários estão em um determinado momento e também planejar onde eles devem estar no futuro para atender às necessidades dos clientes.

A base da Empresa Inteligente são sensores como as etiquetas de identificação por radiofrequência (RFID) que combinam um chip de computador com uma antena de rádio para controlar e transmitir dados através de redes sem fio.

Esse novo padrão de visibilidade permitirá que as empresas cresçam mais rapidamente, tomem melhores decisões fundamentadas nos dados e elevem enormemente a eficiência de suas operações. Elas vão economizar tempo e dinheiro, ser mais ágeis e ganharão vantagem competitiva – se adotarem essa nova tecnologia.

Esse futuro da conexão, conhecida como Internet das Coisas (IoT), já chegou.

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Cerca de 6,4 bilhões de dispositivos já estavam conectados à Internet em 2016, um crescimento de até 30% em relação a 2015. Esse número crescerá para 20,8 bilhões até 2020, de acordo com a consultoria Gartner. Só este ano, 5,5 milhões de novos dispositivos estarão on-line todos os dias.

As empresas gastarão US$ 235 bilhões este ano para conectar dispositivos à IoT, segundo estimativas do Gartner. Isso representa um crescimento de 22% em relação a 2015.

Aproximadamente 1,3 bilhão de pessoas estavam conectadas por dispositivos móveis sem fio em 2014, representando 37,4% da força de trabalho global. Esse número crescerá para 1,75 bilhão até 2020, ou 42,0% da força de trabalho no mundo, de acordo com a Strategy Analytics.

Imagine um médico sendo capaz de acompanhar os sinais vitais do paciente e recomendar o tratamento adequado no momento ideal. Hoje em dia, enfermeiras passam 30% de seu tempo inserindo dados sobre o estado de saúde dos pacientes em sistemas de computador. Um rastreador inteligente faria isso automaticamente, em tempo real, liberando a equipe de enfermagem para passar mais tempo com os pacientes.

Ou pense em uma loja de varejo física que conecta suas prateleiras usando sensores e beacons para controlar os estoques. Com dados obtidos em tempo real, é possível enviar para o smartphone do cliente cupons de até 20% de desconto para um suéter, enquanto ele estiver na loja – olhando para o suéter.

Ou imagine pessoas capazes de controlar suas casas por meio de dispositivos IoT – o consumo de energia ou o que tem na geladeira para fazer compras on-line.

Impacto econômico da IoT

O mercado para dispositivos de identificação por radiofrequência (RFID), a tecnologia usada nos sensores, está explodindo. De acordo com IDTechEx, consultoria com sede em Cambridge, no Reino Unido, a venda total de dispositivos RFID em 2015 foi de US$ 10,1 bilhões, acima dos US$ 9,5 bilhões em 2014 e dos US$ 8,8 bilhões em 2013. Esse valor inclui tags, leitores e software/serviços para cartões RFID, etiquetas, chaveiros e todos os outros formatos para RFID passivos e ativos. A IDTechEx prevê que esse volume atingirá US$ 13,2 bilhões até 2020.

Com o poder computacional crescendo e a energia necessária para processamento caindo, a capacidade de rastrear e analisar dados chegará a um ponto em que as empresas se verão obrigadas a adotar essas tecnologias.

De fato, estamos nos aproximando do momento em que os dados serão os novos dispositivos. As empresas que não se adaptarem a essa nova forma de captura de dados, de análise e de ação imediata ficarão para trás.

E isso não é muito inteligente.

 

Matéria Retirada de: Decision Report

Os benefícios da integração da internet das coisas à nossa vida cotidiana

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Executivo lista quatro aplicações para IoT, que prometem revolucionar a vida das pessoas

A internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) é uma rede onde estão conectados à internet objetos utilizados no dia a dia e, por meio de sensores instalados nesses objetos, é realizada a captura, o armazenamento e a gestão de dados para convertê-los em informação com a qual se pode tomar melhores decisões e automatizar atividades e processos. Atualmente, o custo de conexão é menor, o que possibilita incrementar imediatamente o número de coisas conectadas para criar redes inteligentes em qualquer lugar e para qualquer atividade.

Essa tecnologia já é utilizada em diversas áreas como de automóveis, animais, aviões e segurança social, entre outras, em diversas partes do mundo, onde se vê de maneira significativa como são facilitadas as atividades e os benefícios gerados para as pessoas e empresas.

A tecnologia que está sendo desenvolvida e aplicada hoje já consegue combinar dados, inteligência de análise e interpretação e apresentação da informação para facilitar a tomada de decisões, trazendo uma maior eficiência e produtividade.

Alguns casos de IoT já se encontram em operação e começam a mostrar resultados, enquanto outros se encontram em fase de testes, mas seguramente facilitarão a vida de muitos. Vejamos alguns exemplos do que a internet das coisas já faz na vida cotidiana.

Aviões mais eficientes
Hoje, já está em uso uma tecnologia que coleta e agrega dados de diversos sensores localizados em aviões que voam em várias partes do mundo, para saber em tempo real o rendimento do motor das aeronaves durante um voo, as descargas massivas de dados do tipo “caixa-preta”, os registros técnicos e planos de voo, assim como os dados prognósticos e meteorológicos gerados por terceiros.

Esses dados todos são analisados e com modelos de dados em escala é possível se detectar com precisão as anomalias operacionais e ajudar os clientes a planejar ações relevantes.

IoT restabelece a saúde de um gato
Depois de observar que seu gato Yollo começou a ganhar peso de maneira considerável, Dave Evans, o humano do felino, construiu um rastreador que descobriu a vida secreta de sua mascote. Os dados que o rastreador reuniu indicadores de que o peludo frequentava outros lugares na vizinhança onde o alimentavam, e revelou o motivo de ele estar engordando.

Com a informação, o dono de Yollo visitou seus vizinhos e pediu a eles que não alimentassem o gato, e assim combateu o problema. A partir daí, começou a desenvolver uma solução para evitar a perda de mascotes e propiciar a socialização dos amigos peludos. No site criado para esse fim, os dados dos dispositivos são inseridos, processados, armazenados e logo os usuários podem visualizar tendências de maneira simples e fácil.

Automóveis conectados para otimizar a produtividade dos motoristas
Outro dispositivo que já está bastante integrado com a internet das coisas são os automóveis. Recentemente, foi apresentada uma plataforma para veículos conectados baseada na nuvem, que inclui serviços como assistentes virtuais, aplicativos empresariais, serviços de escritório, análises visuais e ferramentas de produtividade para reduzir as distrações dos motoristas e ajudá-los a ter ainda mais mobilidade.

Esses aplicativos proporcionam uma navegação avançada, manutenção preventiva e monitoramento remoto de características de automóveis, por exemplo.

Benefícios em transporte
Outro exemplo: sensores instalados nos tanques de combustível de uma companhia do setor de transporte, que coletam e transmitem em tempo real os dados de interesse estabelecidos pelo cliente e viajam rapidamente pela rede até a nuvem, onde são processados, armazenados e suportados.

Por meio dessa solução, os empresários monitoram o consumo real e evitam o roubo do combustível. Outros benefícios para as empresas são maior precisão na coleta de amostras, geração de alertas personalizados que o cliente recebe em seu computador, celular ou e-mail e a possibilidade de administrar seus inventários em tempo real.

A IoT já é uma realidade e os casos citados demonstram isso, assim como outros tipos de aplicação e outros setores em todo o mundo.

*Roberto Prado é diretor de Computação em Nuvem da Microsoft Brasil

Matéria Retirada de: IT FORUM 365