Internet das Coisas e os requisitos à comunicação corporativa

IoT

O termo Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) foi usado pela primeira vez em 1999 e, quase duas décadas depois de diversas discussões conceituais, está emergindo com os mercados relacionados a tecnologias da informação e das telecomunicações. Essa iniciativa promete mudar a forma de fazermos as coisas por meio de uma recompilação da informação em tempo real, além de melhorar as oportunidades de aprendizagem, segundo estudo realizado pela União Internacional das Comunicações (UIT), pertencente à Organização das Nações Unidas.

A pergunta a se fazer diante deste cenário, no entanto, é se o mercado corporativo está pronto para isso. Nesse mercado, comunicações e colaboração formam o objetivo final e é isso o que as empresas provedoras de soluções de comunicações têm trabalhado já há alguns anos. A adoção da computação em nuvem, por exemplo, se espalha por meio de redes públicas e privadas, em um esforço para obter o benefício máximo de recursos compartilhados como servidores, armazenamento ou redes utilizadas por diferentes usuários dinamicamente, da mesma forma que o surgimento de grandes data centers.

Vejamos então o que está à frente da IoT e quais são as perspectivas para as empresas. Já em 2005, a UIT, definia a Internet das Coisas como a função do nosso mundo hiperconectado que engloba um conjunto de avanços tecnológicos em diferentes áreas – especificamente conectividade sem fio, nanotecnologia, identificação por radiofrequência (RFID) e tecnologias de sensores inteligentes. Os avanços destas tecnologias, quando combinadas, podem ajudar a concretizar a Internet automatizada, baseada em dispositivos conectados que se comunicam regular e relativamente sem esforço.

Governos, empresas e consumidores estão usando a IoT e o Big Data atualmente para introduzir novos modelos de negócios, melhorar a prestação de serviços, aumentar a eficiência na produção e melhorar o bem estar da população. De forma semelhante a muitas tecnologias, vendedores, executivos, operadoras, políticos e reguladores têm como objetivo maximizar os benefícios da implantação e reduzir ao mínimo os riscos potenciais à segurança e à privacidade.

Assim, podemos simplificar o termo Internet das Coisas como um conjunto de tecnologias relacionadas (além das mencionadas como a convergência, serviços em nuvem, análise de dados e proliferação de sensores) que podem ser usadas em conjunto para obter como resultado:

1.     Maior monitoramento de pessoas, máquinas e dispositivos

2.     Mudança de paradigma nas comunicações de homem-a-homem, máquina-a-máquina; algo como tudo-a-tudo

3.     Percepção maior e mais rápida acerca do estado, da função, do meio ambiente e de tudo à nossa volta

A explosão da Internet das Coisas está levando a um aumento exponencial nos requisitos da infraestrutura física para suportar uma quantidade de máquinas virtuais que aumenta rapidamente e funcionam dinamicamente. A demanda, por vezes, exige isolamento, segmentação, segurança e compartilhamento, tanto nas empresas quanto nos governos e entidades. As operações em cloud utilizam os data centers virtualizados, proporcionando uma perfeita mobilidade da carga de trabalho como fator-chave para garantir a continuidade dos negócios e melhor experiência do usuário na busca por grande quantidade de informação, em uma ampla variedade de dispositivos e aplicações.

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A consultoria especializada em TIC Gartner havia previsto 6,4 milhões de “coisas” conectadas em uso no mundo todo em 2016. No entanto, em meados de 2015 estimava-se que 15,7 milhões de dispositivos estavam conectados à Internet – incluindo telefones celulares, parquímetros, termostatos, monitores cardíacos, pneus, estradas, carros, supermercados e muitos outros tipos de objetos.

Estimativas de mercado incluem:

–  25 bilhões de dispositivos conectados em 2020 (UIT);

–  24 bilhões de dispositivos conectados em 2020 (GSMA e Machina Research);

–  26 bilhões de dispositivos implantados na Internet das Coisas até 2020, um aumento de trinta vezes desde 2009 (Gartner);

–  A ABI Research estima que haverá mais de 40,9 bilhões em 2020.

–  De acordo com a Deloitte, o mercado de hardware para a Internet das Coisas tinha um valor de cerca de US$ 10 bilhões e o de serviços, aproximadamente US$ 70 bilhões, somente em 2015.

–  A ABI Research sugere que a demanda por hardware e conectividade de IoT cresce a uma taxa anual entre 10% e 20%, enquanto as aplicações, análises e serviços crescem entre 40% e 50% anualmente.

–  O Gartner estima que os provedores de produtos e serviços de IoT poderiam gerar receitas superiores a US$ 300 bilhões até 2020.

–  Previsões da IDC assinalam que o mercado mundial de soluções para IoT crescerá de US$ 1,9 trilhão em 2013 para US$ 7,1 trilhões em 2020.

Em resposta a essas necessidades, organismos de normatização definiram diferentes soluções ou alternativas para lidar com grandes números de usuários com diferentes dispositivos, aplicações e fluxo de informações e dados coletados. Um exemplo é a tecnologia Intelligent Fabric (IFAB), uma arquitetura de infraestrutura que automatiza e simplifica o design, a implantação e a manutenção de redes elásticas baseadas em padrões. IFAB proporciona visibilidade e controle das redes sobrepostas, o que é um benefício, já que a maioria dos data centers atuais têm cargas de trabalho mistas

Matéria original: CIO

Rock in Rio 2017 utilizará Pulseiras RFID como ingresso

O Rock in Rio 2017 adotou uma nova tecnologia de ingressos; Pulseiras “RFID” que tem informações de quem comprou, além de substituir o convencional ingresso do Festival.

Desde o anúncio da tecnologia, muitas pessoas ainda não tiveram contato com a pulseira, seja via imagens ou pessoalmente, uma vez que, as pulseiras só serão entregues ao primeiros compradores de ingresso do Rock in Rio Card a partir de Março.

Rock in Rio 2017

Imagem: Reprodução. Esta é a pulseira que substitui os ingressos para o Rock in Rio 2017.

Na imagem acima, é possível identificar que a pulseira tem um lacre (imagem: Lacre em branco) – e isso é o detalhe mais importante que você precisa saber até agora.

Este lacre se auto-ajusta no braço do usuário, fazendo com que ele só seja retido com uma tesoura ou qualquer objeto que o faça romper. Caso você receba sua pulseira e tente colocá-la no braço antes do evento, e consequentemente tenha sucesso nisto, você perde o ingresso, uma vez que, a portaria do Rock in Rio não aceitará nenhum lacre rompido.

Registrando suas informações no site do Rock in Rio 2017

Ao receber sua pulseira, é a hora de registrá-la. Isso deve ser feito através de um aplicativo, ou no site do Rock in Rio 2017. Conseguimos algumas imagens da última edição do Rock in Rio USA, mas não conseguimos acessar o sistema para troca.

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Imagem: Rock in Rio USA – Sistema para adicionar as informações à pulseira do Rock in Rio 2017.

Como alternativa ao site, provavelmente será disponibilizado um aplicativo para registrar sua pulseira. O mesmo foi feito durante o Rock in Rio USA.

Rock in Rio 2017

Imagem: Rock in Rio USA – Aplicativo também tornará disponível registrar pulseira via smartphones e tablets.

Como será o ‘check-in’ na nova Cidade do Rock?

O chip RFID tem um código único. Ao registrar suas informações no site do Rock in Rio, e ao passar a pulseira na portaria, o sistema vai se encarregar de identificar se sua pulseira é válida ou não. É como se fosse um passe para andar de ônibus; você passa na roleta, e gasta uma passagem.

Com o RFID da pulseira, você vai até a portaria e a portaria vai identificar o número único de sua pulseira, identificando que você está no evento e que tem um ingresso para entrar.

Rock in Rio 2017

Imagem: Reprodução My Zone Media – Sistema de RFID vai ser usado para entrar no Rock in Rio.

Agora que já esclarecemos algumas das principais dúvidas sobra sua pulseira do Rock in Rio 2017, nos vemos na Nova Cidade do Rock em Setembro.

Rock in Rio 2017

Imagem: Rock in Rio

Devemos lembrar que algumas informações podem não entrar em conformidade com o tutorial oficial que deve ser disponibilizado pelo Rock in Rio. As informações aqui utilizadas, foram tiradas do Rock in Rio USA, que começou a utilizar pulseiras RFID na edição de 2015.

 

Matéria Adaptada de: TecStudio

“RFID não mente” diz o varejista Lululemon

TORONTO, ON - MARCH 19: Lululemon has yanked its popular black yoga pants from store shelves after it found that the sheer material used was revealing too much of its  loyal customers Shots of exterior of two stores one at 342 Queen st west and the one in the Eaton Centre taken  on March 19th 2013..... This is the Queen st west store.        (Colin McConnell/Toronto Star via Getty Images)

RFID fornece aos consumidores níveis de inventário de estoque altamente precisos, melhorando muito as compras on-line e as escolhas de peças dentro das lojas.

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Lentamente, mas diria que a maior parte do tempo, a utilização do RFID em itens, especialmente os mais frágeis, está ganhando espaço.

A Macy’s disse que terá todos os itens em suas lojas marcados até o final de 2017. A Target está se movendo rapidamente com sua estratégia de tagging RFID e divulgando publicamente seus benefícios. Kohl’s é dito para trabalhar duro em testes RFID em suas lojas.

Um outro varejista da especialidade que se moveu abaixo do trajeto de RFID é a Lululemon. No mês passado, Jonathan Aitken, diretor de TI de varejo e RFID, escreveu uma interessante coluna no LinkedIn sobre sua experiência usando a plataforma tecnológica da empresa como consumidor.

Aitken queria comprar uma camisa que logo iria desaparecer das prateleiras. Indo para a loja mais próxima de seu escritório, ele encontrou a camisa mas não o tamanho que precisava.

“Em vez de pedir ajuda de um de nossos incríveis educadores (o que chamamos de associados da loja), e perdir-lhes para localizar um produto para mim em uma loja próxima ou pedir-lhes para verificar se havia algo no estoque, eu puxei meu iPhone e usei o aplicativo da Lululemon para digitalizar o código de barras no hangtag”, disse Aitken. “Nosso ecossistema RFID entrou em ação”.

Esse aplicativo, disponível para Android, bem como iOS, usa a câmera do telefone para digitalizar o código de barras (não ler a tag RFID) na tag de bloqueio. Essa varredura então puxa a página de detalhes do produto no site de comércio eletrônico da Lululemon.

Em seguida, utiliza as “integrações de back-end” da empresa para a RFID fazer uma verificação de inventário em tempo real em todas as lojas, classificadas pelas mais próximas de Aitken, com base na localização de seu telefone.

“Eu podia ver que não havia tamanho grande nessa loja, mas havia um grande na nossa loja da Robson Street, a dois quilômetros do centro da cidade e eles tinham dois deles em estoque! Depois do jantar, chequei o inventário novamente e meu telefone mostrou que ainda restavam dois números grandes na loja e a atualização foi feita há menos de cinco minutos”.

Chegando na loja, ele foi para o rack confiante de que o item estaria lá.

“Como a nossa equipe operacional de RFID gosta de dizer “RFID não mente”, Aitken disse, acrescentando que os estoque de loja são agora 98% + precisa.

Materia traduzida de: SCDigest

RFID: tecnologia que dá vida a próteses ajuda a economizar tempo

RFID é uma tecnologia de identificação por radiofrequência que vem ganhando mais espaço no mercado. Ajudando no movimento de próteses e colaborando para a facilidade do uso de cartões de pagamento de ônibus e pedágio, a técnica está presente no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, e dispensa o contato físico ou visual.

A RFID é a evolução do código de barras e, com segurança criptografada, promete colaborar também para a Internet das Coisas. De acordo com especialistas, a tecnologia pode ajudar na revolução dos aparelhos do dia a dia ao conectar tudo e todos.

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Tecnologia RFID está presente em próteses, Internet das Coisas e NFC

Os registros históricos apontam que a identificação por radiofrequência foi utilizada na Segunda Guerra Mundial para rastrear a aproximação de aviões. Segundo Felype Nery, analista em RFID, a técnica é basicamente formada por um dispositivo que contém informações que podem ser acessadas de maneira rápida e inteligente através de radiofrequência. O sistema é composto de um leitor, uma antena e uma etiqueta.

As etiquetas, ou tags, utilizadas no processo podem ser identificadas em um raio de mais de 100 metros, dependendo do modelo RFID, como é o caso dos dispositivos instalados em carros para pagamento automático de pedágios. A padronização internacional também colabora para a expansão e pode ser vista no NFC, recurso disponível em dispositivos móveis, como celulares e tablets, e considerado uma extensão do reconhecimento por radiofrequência.

Técnica de criptografia pode ser aplicada no padrão RFID para proteger dados

As aplicações da técnica são infinitas e, de acordo com Nery, basta “dar asas a imaginação”. As etiquetas são bastante usadas no varejo para taguear produtos, e já foram vistas também em atletas da Maratona de Nova York e em próteses. Para movimentar o implante, várias etiquetas são espalhadas pelo corpo do usuário, que dependendo do movimento que quiser fazer, basta passar a mão em frente a tag específica.

Redução de custos

Apesar de ter restrições perto de metal e água, o padrão de identificação tem ajudado em crises econômicas. A técnica, que tem tido queda no preço, automatiza processos, quase zerando o tempo de reconhecimento de produtos. De acordo com Alexandre Dal Forno, especialista em RFID, empresas que levavam semanas detectando mercadorias agora podem fazer o mesmo trabalho em minutos.

“A tecnologia permite encontrar uma caixa sem precisar ter contato visual com ela, o que torna o processo bem mais rápido do que utilizando código de barras. É possível, por exemplo, monitorar o transporte de mercadorias de alto valor em tempo real e verificar se algo saiu do caminhão durante a viagem. A gestão é total”, afirma Dal Forno, que acredita que o padrão veio para ficar.

Para Claiton Colvero, também especialista em RFID,  a padronização da identificação por radiofrequência e a agilidade na leitura “abrem um mundo de oportunidades”. “Em um futuro próximo, será possível, por exemplo, vermos supermercados equipados com sistemas RFID, onde o cliente passará o carrinho de compras por um portal de leitura e cada produto será identificado, sem precisar fazer esforços para tirar e colocar tudo no carrinho”, exemplifica Colvero.

No Museu do Amanhã, inaugurado no final de 2015 no Rio de Janeiro, um cartão RFID auxilia na visitação. O card recebe o auxílio de uma assistente operacional parecida com a Siri, da Apple, e a Cortana, da Microsoft, e transmite ao usuário informações sobre espaços e obras.

Segurança

A identificação também é usada em repetidores de sinal, fechaduras e crachás. Assim, a segurança dos dados pode preocupar os usuários. De acordo com especialistas, é possível utilizar criptografia para manter o perigo longe das informações armazenadas. Além disso, as tags carregam um número, onde as reais informações ficam guardadas em um banco de dados, como já é feito com o código de barras.

Internet das Coisas

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RFID também poderá ajudar em Internet das Coisas, a evolução do padrão (Foto: Marlon Câmara/TechTudo)

Considerada uma revolução tecnológica que conecta itens do dia a dia à rede mundial de computadores, a Internet das Coisas é uma evolução do RFID. Para Felype Nery, uma aplicação ideal seria onde itens da geladeira tivessem etiquetas e o eletrodoméstico soubesse através da leitura das tags o que precisa comprar. “Assim, o sistema faria uma lista de compras e encaminharia o pedido para o supermercado mais próximo”, afirma Nery.

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Segundo Dal Forno, a Internet das Coisas começou com a identificação por radiofrequência e foi evoluindo. “A tecnologia vem com o conceito de conectar coisas, equipamentos e pessoas. É um conceito mais amplo, com mais inteligência na tag, que passa informações via rede de Internet, o que abre infinitas possibilidades para novas aplicações”, diz.

Em janeiro, na Campus Party 2016 , um russo apresentou um sistema para controlar portas através de um chip com tecnologia RFID implantado nas mãos. De acordo com o desenvolver, o recurso prova que os humanos também podem participar da era da Internet das Coisas e o equipamento também pode ser utilizado para checar dados médicos, fazer pagamentos e confirmar a autenticação de documentos.

Matéria: TechTudo

Folhas de papel ficam inteligentes com etiquetas RFID

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Papel inteligente

A Internet das Coisas (IdC) está com um potencial cada vez maior: agora, uma simples folha de papel pode adquirir “capacidades sensoriais” que a permitem responder a comandos por gestos e se conectar ao mundo digital.

Essas capacidades sensoriais se baseiam em sistemas de detecção que permitem que a folha identifique diferentes movimentos das mãos sobre ela, ou movimentos da própria folha sendo agitada.

A técnica se baseia nas bem conhecidas etiquetas de radiofrequência (RFID), usadas na identificação de produtos, que funcionam sem baterias, recebendo sua energia do leitor encarregado de ler seus dados.

Como são muito finas, elas podem ser coladas ou mesmo impressas ou desenhadas diretamente no papel, criando interfaces interativas que podem fazer qualquer coisa para a qual sejam programadas, como controlar a música ou a iluminação, ou mesmo servir como sistema de resposta pelos alunos em uma sala de aula.

Interface com RFID

Cada etiqueta RFID tem um número único de identificação, de forma que o leitor consegue identificar cada uma e ler seus dados individualmente. É isto que permite que os movimentos das mãos sejam transformados em comandos.

Folhas de papel ficam inteligentes com etiquetas RFIDExemplo de uma prova eletrônica, em que o estudante pode receber a nota instantaneamente, assim que pressiona sua opção. [Imagem: Eric Brockmeyer/Disney Research]

Quando as mãos de uma pessoa ondulam, tocam ou cobrem uma etiqueta, a mão perturba ligeiramente o sinal entre a etiqueta individual e seu leitor. Algoritmos podem reconhecer os movimentos específicos afetando uma sequência de etiquetas e, desta forma, traduzir um padrão de interrupção do sinal em um comando específico.

“Essas pequenas etiquetas, através da aplicação de processamento de sinais e de algoritmos de aprendizagem de máquina, podem ser transformadas em sensores multigestos. Nossa pesquisa está avançando os limites do uso de hardware de baixo custo para fazer algo que não era possível de se fazer antes,” disse Hanchuan Li, da Universidade de Washington, que desenvolveu a tecnologia, batizada de PaperID, em conjunto com pesquisadores da Disney Research.

Interação com papel

Os pesquisadores desenvolveram diferentes métodos de interação. Por exemplo, uma única etiqueta funciona bem para um botão de liga/desliga, enquanto várias delas, desenhadas lado a lado em uma matriz ou círculo, podem servir como controles deslizantes e botões giratórios.

É possível também acompanhar a velocidade de objetos em movimento, como seguir o movimento de uma varinha feita com o papel enrolado e ajustar o ritmo da música com base no ritmo da varinha no ar.

Bibliografia:
A Technique for Drawing Functional Battery-Free Wireless Interfaces on Paper
Hanchuan Li, Eric Brockmeyer, Elizabeth J. Carter, Josh Fromm, Scott E. Hudson, Shwetak N. Patel, Alanson Sample
Proceedings of the 2016 CHI Conference on Human Factors in Computing Systems
https://s3-us-west-1.amazonaws.com/disneyresearch/wp-content/uploads/20160502234124/PaperID-A-Technique-for-Drawing-Functional-Battery-Free-Wireless-Interfaces-on-Paper-Paper.pdf

Fonte: Inovação Tecnológica