10 razões que Tags RFID vestíveis mudam as regras de segurança no transporte dentro do espaço de trabalho.

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Gary Escott da OnGrade explica por que os alarmes de proximidade RFID devem ser usados em todos os locais ocupados ou depósitos onde veículos e pedestres funcionam lado a lado.

Ao falar sobre o transporte no local de trabalho, nos referimos a atividades envolvendo veículos no local de trabalho. Esses ambientes de trabalho incluem depósitos, armazéns ou locais de construção e muitas vezes pessoas estão se ferindo devido a colisões com veículos. Isso não deve ser confundido com acidentes nas rodovias públicas; Incidentes de transporte no local de trabalho só se tornam relevantes neste ambiente. Graças à aplicação da tecnologia RFID, o risco de colisão entre veículos e trabalhadores pedestres pode ser significativamente reduzido. Os sistemas avançados de alarme de proximidade de RFID oferecem uma solução bidirecional. É muito simples: o pedestre pode usar uma etiqueta RFID em sua manga ou capa e todos os veículos do site estão equipados com um detector RFID. Portanto, quando um pedestre fica muito perto de um veículo, o pedestre eo motorista recebem um aviso.

É um sistema eficaz, porque quando o alarme é ativado, nenhuma das partes jamais o ignorará. Significa um perigo iminente de colisão – ninguém quer que isso aconteça. Com isso em mente, aqui estão alguns dos principais motivos pelos quais os sistemas de alerta de proximidade RFID fazem uma melhoria significativa no combate de colisões de veículos / trabalhadores.

  1. Eles vêem os cantos e através de tudo

Em condições de visibilidade fracas, as PPE e as câmeras uniformes são comprovadas falíveis quando se trata de evitar colisões entre pedestres e veículos de construção. A identificação por radiofrequência (RFID) oferece uma nova dimensão para a segurança do site, dando a todos os trabalhadores do site um nível extra de controle e proteção. Ele “vê” em torno de cantos, e não é afetado por condições ambientais como poeira e fumaça e condições de luz precárias.

  1. Um sistema de alarme bidirecional a prova de falhas

O pedestre usa a etiqueta RFID em sua manga ou capa. Ao mesmo tempo, todos os veículos do local de trabalho estão equipados com um gerador de zona de exclusão RFID. Sempre que um pedestre entra na zona de detecção de um veículo, o pedestre e o motorista recebem um aviso. A etiqueta RFID na luva ou no chapéu do pedestre vibra e soa um alarme externo, tornando-os conscientes da proximidade do veículo, enquanto o motorista é alertado por som e luzes intermitentes dentro do táxi do veículo.

  1. Eles são discretos, pequenos e leves

Uma etiqueta de proximidade RFID é leve o suficiente para usar no seu casaco, e o detector RFID é simples de instalar no veículo. Sistemas como o SiteZone podem ser contratados ou comprados e possuem suporte completo para instalação e serviço.

  1. Qualquer gerente de site ou contratado pode contratá-los

O OnGrade, por exemplo, disponibilizou seus alarmes de proximidade RFID para contratar. Isso significa que pequenas empresas ou comerciantes únicos podem se dar ao luxo de se instalar em empregos que exigem o uso da proteção RFID, sem ter que comprar o sistema. A contratação também vem com a proteção adicional da substituição do equipamento no evento altamente improvável de que algo dê errado.

  1. Torna os trabalhadores mais conscientes do perigo de colisão

As operadoras de veículos relataram que até que começaram a usar alarmes de proximidade RFID, eles não perceberam a frequência e quão perto eles chegaram a um possível acidente a cada dia.

  1. Mudança de comportamentos e maus hábitos

As operadoras de veículos, em particular, já relataram uma mudança de comportamento no trabalho, porque o alarme de proximidade impediu os pedestres de “derivar” também perto de empilhadores de veículos móveis ou plantas. Os portadores são mais conscientes de seus movimentos devido aos alarmes. Ter sistemas de proximidade RFID em veículos significa que os operadores param e avaliam sua situação se o alarme disparar; Há tantos pontos cegos em veículos grandes e ver um pedestre nem sempre é possível.

  1. Fornece dados para melhorar o benchmarking de segurança

Os sistemas RFID avançados são excelentes ferramentas de benchmarking porque podem registrar todos os incidentes de “near miss”. Usando esses dados, os gerentes do site podem identificar qualquer reincidente que esteja no maior risco de lesões devido a colisões potenciais. Os dados informam treinamento de segurança direcionado, monitoramento, economia de custo, tempo e melhorando a eficiência. Pode ser compartilhado em vários sites e movimentos do site e as tendências podem ser comparadas em relação aos padrões de segurança.

  1. Aplicável em diferentes configurações e indústrias

Os alarmes de proximidade RFID são comumente usados em sites de construção, mas qualquer site, depósito ou armazém onde haveria muito tráfego de veículos e pedestres se beneficiaria.

Em condições de visibilidade fracas, as PPE padrão e as câmeras uniformes podem ser falíveis. O uso de beepers de reversão e outros alarmes de som também têm eficácia limitada, já que os trabalhadores podem usar protetores auriculares e não ouvir a planta que se aproxima.

Nas áreas onde os chapéus rígidos não são obrigatórios, usar uma etiqueta RFID na manga pode fazer a diferença, especialmente se as condições de iluminação não são muito brilhantes.

O alerta de proximidade RFID também pode ser aplicado efetivamente na indústria ferroviária, pois os requisitos para a manutenção contínua da pista envolvem veículos e trabalhadores em proximidade.

  1. Usá-los demonstra um interesse na segurança e no bem-estar da equipe

Os empregadores que investem em alarmes de proximidade RFID estão fazendo uma melhoria significativa na segurança do local e na prevenção contra colisão, além de exercitar boas práticas de saúde ocupacional. Se os trabalhadores estão constantemente preocupados de que possam ter um acidente no trabalho, isso causa estresse. Se o pior acontecer e os membros da equipe estiverem envolvidos em um incidente de colisão, as consequências de lesões físicas, trauma mental e culpa são duradouras. Uma etiqueta RFID poderia ajudar a reduzir significativamente os riscos.

  1. Eles salvam vidas

O Executivo de Saúde e Segurança (HSE) registrou 5.000 acidentes de transporte no local de trabalho por ano, dos quais 50 resultaram em pessoas morrendo no trabalho. Qualquer fatalidade geralmente é causada por pessoas atingidas, caídas ou esmagadas por veículos.

Matéria original: SHDLogistics

Nos Estados Unidos, o WALMART também vem testando o uso de Drones em armazens

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Um Drone Contador

O “Aviãozinho”, quem diria, também pode fazer controle de estoques.

Fazer inventário em armazéns não é, definitivamente, uma tarefa glamourosa – sobretudo quando se tem milhares de produtos em estoque e a obrigação de contá-los um a um, periodicamente.

Em geral, usa-se o “bipe”, método em que o funcionário passa um leitor em cada caixa. Ou o olho mesmo, auxiliado sempre pelo dedo indicador: 1,2,3 e por aí vai… Pois agora há uma terceira maneira de cumprir o enfadonho trabalho: via drone.

A brasileira GTP Tecnologia criou um serviço em que o aviãozinho não tripulado monitora os itens em estoque. Equipado com sensores aéreos, o drone entende a distância que está do solo e consegue medir a altura, largura e volume dos objetos. O dado capturado é, então, enviado para um software e “cruzado” com os números de entrada e saída de produtos. Qualquer desencontro é apontado em tempo real. o voo no armazém lembra o dos aviões normais. “Substituímos o GPS tradicional por um sistema de navegação aérea”, conta o diretor Luiz Araújo. A Comunicação com os sensores do ambiente ocorre por meio de um transponder – assim, o drone sabe dizer em que coordenada geográfica do armazém o produto está alocado.

A GTP estuda a tecnologia desde 2014, mas o lançamento ocorreu neste ano: Unnafibras e Taurus são alguns dos clientes. Nos EUA, o Walmart também testa o uso de drones para inventário.

 

 

Porque a empresa inteligente será o futuro?

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Quando pensamos sobre como empresas, governos, instituições, fabricantes e mesmo a própria sociedade civil vão trabalhar no futuro, duas palavras me vêm à mente: Empresa Inteligente. Uma rede mundial de sensores conectados aos computadores via tecnologia sem fio para analisar dados dará às empresas em todo o planeta mais informações e visibilidade sobre o modo como pessoas, dispositivos e sistemas estão trabalhando.

As empresas terão uma nova “inteligência” para tomar decisões em tempo real. As cidades saberão e poderão controlar – em tempo real – como são coordenados fluxos de tráfego, água e energia elétrica, além de inúmeros outros fatores da vida urbana. As empresas vão conhecer e ser capazes de dar respostas – em tempo real – à movimentação de produtos e estoques e ao local que os demandam.

Os fabricantes poderão saber quais peças são necessárias e produzi-las com agilidade. As empresas ficarão cientes do que está acontecendo e serão capazes de agir imediatamente com base nessas informações. Por exemplo, elas poderão saber onde seus funcionários estão em um determinado momento e também planejar onde eles devem estar no futuro para atender às necessidades dos clientes.

A base da Empresa Inteligente são sensores como as etiquetas de identificação por radiofrequência (RFID) que combinam um chip de computador com uma antena de rádio para controlar e transmitir dados através de redes sem fio.

Esse novo padrão de visibilidade permitirá que as empresas cresçam mais rapidamente, tomem melhores decisões fundamentadas nos dados e elevem enormemente a eficiência de suas operações. Elas vão economizar tempo e dinheiro, ser mais ágeis e ganharão vantagem competitiva – se adotarem essa nova tecnologia.

Esse futuro da conexão, conhecida como Internet das Coisas (IoT), já chegou.

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Cerca de 6,4 bilhões de dispositivos já estavam conectados à Internet em 2016, um crescimento de até 30% em relação a 2015. Esse número crescerá para 20,8 bilhões até 2020, de acordo com a consultoria Gartner. Só este ano, 5,5 milhões de novos dispositivos estarão on-line todos os dias.

As empresas gastarão US$ 235 bilhões este ano para conectar dispositivos à IoT, segundo estimativas do Gartner. Isso representa um crescimento de 22% em relação a 2015.

Aproximadamente 1,3 bilhão de pessoas estavam conectadas por dispositivos móveis sem fio em 2014, representando 37,4% da força de trabalho global. Esse número crescerá para 1,75 bilhão até 2020, ou 42,0% da força de trabalho no mundo, de acordo com a Strategy Analytics.

Imagine um médico sendo capaz de acompanhar os sinais vitais do paciente e recomendar o tratamento adequado no momento ideal. Hoje em dia, enfermeiras passam 30% de seu tempo inserindo dados sobre o estado de saúde dos pacientes em sistemas de computador. Um rastreador inteligente faria isso automaticamente, em tempo real, liberando a equipe de enfermagem para passar mais tempo com os pacientes.

Ou pense em uma loja de varejo física que conecta suas prateleiras usando sensores e beacons para controlar os estoques. Com dados obtidos em tempo real, é possível enviar para o smartphone do cliente cupons de até 20% de desconto para um suéter, enquanto ele estiver na loja – olhando para o suéter.

Ou imagine pessoas capazes de controlar suas casas por meio de dispositivos IoT – o consumo de energia ou o que tem na geladeira para fazer compras on-line.

Impacto econômico da IoT

O mercado para dispositivos de identificação por radiofrequência (RFID), a tecnologia usada nos sensores, está explodindo. De acordo com IDTechEx, consultoria com sede em Cambridge, no Reino Unido, a venda total de dispositivos RFID em 2015 foi de US$ 10,1 bilhões, acima dos US$ 9,5 bilhões em 2014 e dos US$ 8,8 bilhões em 2013. Esse valor inclui tags, leitores e software/serviços para cartões RFID, etiquetas, chaveiros e todos os outros formatos para RFID passivos e ativos. A IDTechEx prevê que esse volume atingirá US$ 13,2 bilhões até 2020.

Com o poder computacional crescendo e a energia necessária para processamento caindo, a capacidade de rastrear e analisar dados chegará a um ponto em que as empresas se verão obrigadas a adotar essas tecnologias.

De fato, estamos nos aproximando do momento em que os dados serão os novos dispositivos. As empresas que não se adaptarem a essa nova forma de captura de dados, de análise e de ação imediata ficarão para trás.

E isso não é muito inteligente.

 

Matéria Retirada de: Decision Report

Internet das Coisas e os requisitos à comunicação corporativa

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O termo Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) foi usado pela primeira vez em 1999 e, quase duas décadas depois de diversas discussões conceituais, está emergindo com os mercados relacionados a tecnologias da informação e das telecomunicações. Essa iniciativa promete mudar a forma de fazermos as coisas por meio de uma recompilação da informação em tempo real, além de melhorar as oportunidades de aprendizagem, segundo estudo realizado pela União Internacional das Comunicações (UIT), pertencente à Organização das Nações Unidas.

A pergunta a se fazer diante deste cenário, no entanto, é se o mercado corporativo está pronto para isso. Nesse mercado, comunicações e colaboração formam o objetivo final e é isso o que as empresas provedoras de soluções de comunicações têm trabalhado já há alguns anos. A adoção da computação em nuvem, por exemplo, se espalha por meio de redes públicas e privadas, em um esforço para obter o benefício máximo de recursos compartilhados como servidores, armazenamento ou redes utilizadas por diferentes usuários dinamicamente, da mesma forma que o surgimento de grandes data centers.

Vejamos então o que está à frente da IoT e quais são as perspectivas para as empresas. Já em 2005, a UIT, definia a Internet das Coisas como a função do nosso mundo hiperconectado que engloba um conjunto de avanços tecnológicos em diferentes áreas – especificamente conectividade sem fio, nanotecnologia, identificação por radiofrequência (RFID) e tecnologias de sensores inteligentes. Os avanços destas tecnologias, quando combinadas, podem ajudar a concretizar a Internet automatizada, baseada em dispositivos conectados que se comunicam regular e relativamente sem esforço.

Governos, empresas e consumidores estão usando a IoT e o Big Data atualmente para introduzir novos modelos de negócios, melhorar a prestação de serviços, aumentar a eficiência na produção e melhorar o bem estar da população. De forma semelhante a muitas tecnologias, vendedores, executivos, operadoras, políticos e reguladores têm como objetivo maximizar os benefícios da implantação e reduzir ao mínimo os riscos potenciais à segurança e à privacidade.

Assim, podemos simplificar o termo Internet das Coisas como um conjunto de tecnologias relacionadas (além das mencionadas como a convergência, serviços em nuvem, análise de dados e proliferação de sensores) que podem ser usadas em conjunto para obter como resultado:

1.     Maior monitoramento de pessoas, máquinas e dispositivos

2.     Mudança de paradigma nas comunicações de homem-a-homem, máquina-a-máquina; algo como tudo-a-tudo

3.     Percepção maior e mais rápida acerca do estado, da função, do meio ambiente e de tudo à nossa volta

A explosão da Internet das Coisas está levando a um aumento exponencial nos requisitos da infraestrutura física para suportar uma quantidade de máquinas virtuais que aumenta rapidamente e funcionam dinamicamente. A demanda, por vezes, exige isolamento, segmentação, segurança e compartilhamento, tanto nas empresas quanto nos governos e entidades. As operações em cloud utilizam os data centers virtualizados, proporcionando uma perfeita mobilidade da carga de trabalho como fator-chave para garantir a continuidade dos negócios e melhor experiência do usuário na busca por grande quantidade de informação, em uma ampla variedade de dispositivos e aplicações.

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A consultoria especializada em TIC Gartner havia previsto 6,4 milhões de “coisas” conectadas em uso no mundo todo em 2016. No entanto, em meados de 2015 estimava-se que 15,7 milhões de dispositivos estavam conectados à Internet – incluindo telefones celulares, parquímetros, termostatos, monitores cardíacos, pneus, estradas, carros, supermercados e muitos outros tipos de objetos.

Estimativas de mercado incluem:

–  25 bilhões de dispositivos conectados em 2020 (UIT);

–  24 bilhões de dispositivos conectados em 2020 (GSMA e Machina Research);

–  26 bilhões de dispositivos implantados na Internet das Coisas até 2020, um aumento de trinta vezes desde 2009 (Gartner);

–  A ABI Research estima que haverá mais de 40,9 bilhões em 2020.

–  De acordo com a Deloitte, o mercado de hardware para a Internet das Coisas tinha um valor de cerca de US$ 10 bilhões e o de serviços, aproximadamente US$ 70 bilhões, somente em 2015.

–  A ABI Research sugere que a demanda por hardware e conectividade de IoT cresce a uma taxa anual entre 10% e 20%, enquanto as aplicações, análises e serviços crescem entre 40% e 50% anualmente.

–  O Gartner estima que os provedores de produtos e serviços de IoT poderiam gerar receitas superiores a US$ 300 bilhões até 2020.

–  Previsões da IDC assinalam que o mercado mundial de soluções para IoT crescerá de US$ 1,9 trilhão em 2013 para US$ 7,1 trilhões em 2020.

Em resposta a essas necessidades, organismos de normatização definiram diferentes soluções ou alternativas para lidar com grandes números de usuários com diferentes dispositivos, aplicações e fluxo de informações e dados coletados. Um exemplo é a tecnologia Intelligent Fabric (IFAB), uma arquitetura de infraestrutura que automatiza e simplifica o design, a implantação e a manutenção de redes elásticas baseadas em padrões. IFAB proporciona visibilidade e controle das redes sobrepostas, o que é um benefício, já que a maioria dos data centers atuais têm cargas de trabalho mistas

Matéria original: CIO

Rock in Rio 2017 utilizará Pulseiras RFID como ingresso

O Rock in Rio 2017 adotou uma nova tecnologia de ingressos; Pulseiras “RFID” que tem informações de quem comprou, além de substituir o convencional ingresso do Festival.

Desde o anúncio da tecnologia, muitas pessoas ainda não tiveram contato com a pulseira, seja via imagens ou pessoalmente, uma vez que, as pulseiras só serão entregues ao primeiros compradores de ingresso do Rock in Rio Card a partir de Março.

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Imagem: Reprodução. Esta é a pulseira que substitui os ingressos para o Rock in Rio 2017.

Na imagem acima, é possível identificar que a pulseira tem um lacre (imagem: Lacre em branco) – e isso é o detalhe mais importante que você precisa saber até agora.

Este lacre se auto-ajusta no braço do usuário, fazendo com que ele só seja retido com uma tesoura ou qualquer objeto que o faça romper. Caso você receba sua pulseira e tente colocá-la no braço antes do evento, e consequentemente tenha sucesso nisto, você perde o ingresso, uma vez que, a portaria do Rock in Rio não aceitará nenhum lacre rompido.

Registrando suas informações no site do Rock in Rio 2017

Ao receber sua pulseira, é a hora de registrá-la. Isso deve ser feito através de um aplicativo, ou no site do Rock in Rio 2017. Conseguimos algumas imagens da última edição do Rock in Rio USA, mas não conseguimos acessar o sistema para troca.

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Imagem: Rock in Rio USA – Sistema para adicionar as informações à pulseira do Rock in Rio 2017.

Como alternativa ao site, provavelmente será disponibilizado um aplicativo para registrar sua pulseira. O mesmo foi feito durante o Rock in Rio USA.

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Imagem: Rock in Rio USA – Aplicativo também tornará disponível registrar pulseira via smartphones e tablets.

Como será o ‘check-in’ na nova Cidade do Rock?

O chip RFID tem um código único. Ao registrar suas informações no site do Rock in Rio, e ao passar a pulseira na portaria, o sistema vai se encarregar de identificar se sua pulseira é válida ou não. É como se fosse um passe para andar de ônibus; você passa na roleta, e gasta uma passagem.

Com o RFID da pulseira, você vai até a portaria e a portaria vai identificar o número único de sua pulseira, identificando que você está no evento e que tem um ingresso para entrar.

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Imagem: Reprodução My Zone Media – Sistema de RFID vai ser usado para entrar no Rock in Rio.

Agora que já esclarecemos algumas das principais dúvidas sobra sua pulseira do Rock in Rio 2017, nos vemos na Nova Cidade do Rock em Setembro.

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Imagem: Rock in Rio

Devemos lembrar que algumas informações podem não entrar em conformidade com o tutorial oficial que deve ser disponibilizado pelo Rock in Rio. As informações aqui utilizadas, foram tiradas do Rock in Rio USA, que começou a utilizar pulseiras RFID na edição de 2015.

 

Matéria Adaptada de: TecStudio