Nos Estados Unidos, o WALMART também vem testando o uso de Drones em armazens

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Um Drone Contador

O “Aviãozinho”, quem diria, também pode fazer controle de estoques.

Fazer inventário em armazéns não é, definitivamente, uma tarefa glamourosa – sobretudo quando se tem milhares de produtos em estoque e a obrigação de contá-los um a um, periodicamente.

Em geral, usa-se o “bipe”, método em que o funcionário passa um leitor em cada caixa. Ou o olho mesmo, auxiliado sempre pelo dedo indicador: 1,2,3 e por aí vai… Pois agora há uma terceira maneira de cumprir o enfadonho trabalho: via drone.

A brasileira GTP Tecnologia criou um serviço em que o aviãozinho não tripulado monitora os itens em estoque. Equipado com sensores aéreos, o drone entende a distância que está do solo e consegue medir a altura, largura e volume dos objetos. O dado capturado é, então, enviado para um software e “cruzado” com os números de entrada e saída de produtos. Qualquer desencontro é apontado em tempo real. o voo no armazém lembra o dos aviões normais. “Substituímos o GPS tradicional por um sistema de navegação aérea”, conta o diretor Luiz Araújo. A Comunicação com os sensores do ambiente ocorre por meio de um transponder – assim, o drone sabe dizer em que coordenada geográfica do armazém o produto está alocado.

A GTP estuda a tecnologia desde 2014, mas o lançamento ocorreu neste ano: Unnafibras e Taurus são alguns dos clientes. Nos EUA, o Walmart também testa o uso de drones para inventário.

 

 

Porque a empresa inteligente será o futuro?

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Quando pensamos sobre como empresas, governos, instituições, fabricantes e mesmo a própria sociedade civil vão trabalhar no futuro, duas palavras me vêm à mente: Empresa Inteligente. Uma rede mundial de sensores conectados aos computadores via tecnologia sem fio para analisar dados dará às empresas em todo o planeta mais informações e visibilidade sobre o modo como pessoas, dispositivos e sistemas estão trabalhando.

As empresas terão uma nova “inteligência” para tomar decisões em tempo real. As cidades saberão e poderão controlar – em tempo real – como são coordenados fluxos de tráfego, água e energia elétrica, além de inúmeros outros fatores da vida urbana. As empresas vão conhecer e ser capazes de dar respostas – em tempo real – à movimentação de produtos e estoques e ao local que os demandam.

Os fabricantes poderão saber quais peças são necessárias e produzi-las com agilidade. As empresas ficarão cientes do que está acontecendo e serão capazes de agir imediatamente com base nessas informações. Por exemplo, elas poderão saber onde seus funcionários estão em um determinado momento e também planejar onde eles devem estar no futuro para atender às necessidades dos clientes.

A base da Empresa Inteligente são sensores como as etiquetas de identificação por radiofrequência (RFID) que combinam um chip de computador com uma antena de rádio para controlar e transmitir dados através de redes sem fio.

Esse novo padrão de visibilidade permitirá que as empresas cresçam mais rapidamente, tomem melhores decisões fundamentadas nos dados e elevem enormemente a eficiência de suas operações. Elas vão economizar tempo e dinheiro, ser mais ágeis e ganharão vantagem competitiva – se adotarem essa nova tecnologia.

Esse futuro da conexão, conhecida como Internet das Coisas (IoT), já chegou.

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Cerca de 6,4 bilhões de dispositivos já estavam conectados à Internet em 2016, um crescimento de até 30% em relação a 2015. Esse número crescerá para 20,8 bilhões até 2020, de acordo com a consultoria Gartner. Só este ano, 5,5 milhões de novos dispositivos estarão on-line todos os dias.

As empresas gastarão US$ 235 bilhões este ano para conectar dispositivos à IoT, segundo estimativas do Gartner. Isso representa um crescimento de 22% em relação a 2015.

Aproximadamente 1,3 bilhão de pessoas estavam conectadas por dispositivos móveis sem fio em 2014, representando 37,4% da força de trabalho global. Esse número crescerá para 1,75 bilhão até 2020, ou 42,0% da força de trabalho no mundo, de acordo com a Strategy Analytics.

Imagine um médico sendo capaz de acompanhar os sinais vitais do paciente e recomendar o tratamento adequado no momento ideal. Hoje em dia, enfermeiras passam 30% de seu tempo inserindo dados sobre o estado de saúde dos pacientes em sistemas de computador. Um rastreador inteligente faria isso automaticamente, em tempo real, liberando a equipe de enfermagem para passar mais tempo com os pacientes.

Ou pense em uma loja de varejo física que conecta suas prateleiras usando sensores e beacons para controlar os estoques. Com dados obtidos em tempo real, é possível enviar para o smartphone do cliente cupons de até 20% de desconto para um suéter, enquanto ele estiver na loja – olhando para o suéter.

Ou imagine pessoas capazes de controlar suas casas por meio de dispositivos IoT – o consumo de energia ou o que tem na geladeira para fazer compras on-line.

Impacto econômico da IoT

O mercado para dispositivos de identificação por radiofrequência (RFID), a tecnologia usada nos sensores, está explodindo. De acordo com IDTechEx, consultoria com sede em Cambridge, no Reino Unido, a venda total de dispositivos RFID em 2015 foi de US$ 10,1 bilhões, acima dos US$ 9,5 bilhões em 2014 e dos US$ 8,8 bilhões em 2013. Esse valor inclui tags, leitores e software/serviços para cartões RFID, etiquetas, chaveiros e todos os outros formatos para RFID passivos e ativos. A IDTechEx prevê que esse volume atingirá US$ 13,2 bilhões até 2020.

Com o poder computacional crescendo e a energia necessária para processamento caindo, a capacidade de rastrear e analisar dados chegará a um ponto em que as empresas se verão obrigadas a adotar essas tecnologias.

De fato, estamos nos aproximando do momento em que os dados serão os novos dispositivos. As empresas que não se adaptarem a essa nova forma de captura de dados, de análise e de ação imediata ficarão para trás.

E isso não é muito inteligente.

 

Matéria Retirada de: Decision Report

Internet das Coisas e os requisitos à comunicação corporativa

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O termo Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) foi usado pela primeira vez em 1999 e, quase duas décadas depois de diversas discussões conceituais, está emergindo com os mercados relacionados a tecnologias da informação e das telecomunicações. Essa iniciativa promete mudar a forma de fazermos as coisas por meio de uma recompilação da informação em tempo real, além de melhorar as oportunidades de aprendizagem, segundo estudo realizado pela União Internacional das Comunicações (UIT), pertencente à Organização das Nações Unidas.

A pergunta a se fazer diante deste cenário, no entanto, é se o mercado corporativo está pronto para isso. Nesse mercado, comunicações e colaboração formam o objetivo final e é isso o que as empresas provedoras de soluções de comunicações têm trabalhado já há alguns anos. A adoção da computação em nuvem, por exemplo, se espalha por meio de redes públicas e privadas, em um esforço para obter o benefício máximo de recursos compartilhados como servidores, armazenamento ou redes utilizadas por diferentes usuários dinamicamente, da mesma forma que o surgimento de grandes data centers.

Vejamos então o que está à frente da IoT e quais são as perspectivas para as empresas. Já em 2005, a UIT, definia a Internet das Coisas como a função do nosso mundo hiperconectado que engloba um conjunto de avanços tecnológicos em diferentes áreas – especificamente conectividade sem fio, nanotecnologia, identificação por radiofrequência (RFID) e tecnologias de sensores inteligentes. Os avanços destas tecnologias, quando combinadas, podem ajudar a concretizar a Internet automatizada, baseada em dispositivos conectados que se comunicam regular e relativamente sem esforço.

Governos, empresas e consumidores estão usando a IoT e o Big Data atualmente para introduzir novos modelos de negócios, melhorar a prestação de serviços, aumentar a eficiência na produção e melhorar o bem estar da população. De forma semelhante a muitas tecnologias, vendedores, executivos, operadoras, políticos e reguladores têm como objetivo maximizar os benefícios da implantação e reduzir ao mínimo os riscos potenciais à segurança e à privacidade.

Assim, podemos simplificar o termo Internet das Coisas como um conjunto de tecnologias relacionadas (além das mencionadas como a convergência, serviços em nuvem, análise de dados e proliferação de sensores) que podem ser usadas em conjunto para obter como resultado:

1.     Maior monitoramento de pessoas, máquinas e dispositivos

2.     Mudança de paradigma nas comunicações de homem-a-homem, máquina-a-máquina; algo como tudo-a-tudo

3.     Percepção maior e mais rápida acerca do estado, da função, do meio ambiente e de tudo à nossa volta

A explosão da Internet das Coisas está levando a um aumento exponencial nos requisitos da infraestrutura física para suportar uma quantidade de máquinas virtuais que aumenta rapidamente e funcionam dinamicamente. A demanda, por vezes, exige isolamento, segmentação, segurança e compartilhamento, tanto nas empresas quanto nos governos e entidades. As operações em cloud utilizam os data centers virtualizados, proporcionando uma perfeita mobilidade da carga de trabalho como fator-chave para garantir a continuidade dos negócios e melhor experiência do usuário na busca por grande quantidade de informação, em uma ampla variedade de dispositivos e aplicações.

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A consultoria especializada em TIC Gartner havia previsto 6,4 milhões de “coisas” conectadas em uso no mundo todo em 2016. No entanto, em meados de 2015 estimava-se que 15,7 milhões de dispositivos estavam conectados à Internet – incluindo telefones celulares, parquímetros, termostatos, monitores cardíacos, pneus, estradas, carros, supermercados e muitos outros tipos de objetos.

Estimativas de mercado incluem:

–  25 bilhões de dispositivos conectados em 2020 (UIT);

–  24 bilhões de dispositivos conectados em 2020 (GSMA e Machina Research);

–  26 bilhões de dispositivos implantados na Internet das Coisas até 2020, um aumento de trinta vezes desde 2009 (Gartner);

–  A ABI Research estima que haverá mais de 40,9 bilhões em 2020.

–  De acordo com a Deloitte, o mercado de hardware para a Internet das Coisas tinha um valor de cerca de US$ 10 bilhões e o de serviços, aproximadamente US$ 70 bilhões, somente em 2015.

–  A ABI Research sugere que a demanda por hardware e conectividade de IoT cresce a uma taxa anual entre 10% e 20%, enquanto as aplicações, análises e serviços crescem entre 40% e 50% anualmente.

–  O Gartner estima que os provedores de produtos e serviços de IoT poderiam gerar receitas superiores a US$ 300 bilhões até 2020.

–  Previsões da IDC assinalam que o mercado mundial de soluções para IoT crescerá de US$ 1,9 trilhão em 2013 para US$ 7,1 trilhões em 2020.

Em resposta a essas necessidades, organismos de normatização definiram diferentes soluções ou alternativas para lidar com grandes números de usuários com diferentes dispositivos, aplicações e fluxo de informações e dados coletados. Um exemplo é a tecnologia Intelligent Fabric (IFAB), uma arquitetura de infraestrutura que automatiza e simplifica o design, a implantação e a manutenção de redes elásticas baseadas em padrões. IFAB proporciona visibilidade e controle das redes sobrepostas, o que é um benefício, já que a maioria dos data centers atuais têm cargas de trabalho mistas

Matéria original: CIO

Rock in Rio 2017 utilizará Pulseiras RFID como ingresso

O Rock in Rio 2017 adotou uma nova tecnologia de ingressos; Pulseiras “RFID” que tem informações de quem comprou, além de substituir o convencional ingresso do Festival.

Desde o anúncio da tecnologia, muitas pessoas ainda não tiveram contato com a pulseira, seja via imagens ou pessoalmente, uma vez que, as pulseiras só serão entregues ao primeiros compradores de ingresso do Rock in Rio Card a partir de Março.

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Imagem: Reprodução. Esta é a pulseira que substitui os ingressos para o Rock in Rio 2017.

Na imagem acima, é possível identificar que a pulseira tem um lacre (imagem: Lacre em branco) – e isso é o detalhe mais importante que você precisa saber até agora.

Este lacre se auto-ajusta no braço do usuário, fazendo com que ele só seja retido com uma tesoura ou qualquer objeto que o faça romper. Caso você receba sua pulseira e tente colocá-la no braço antes do evento, e consequentemente tenha sucesso nisto, você perde o ingresso, uma vez que, a portaria do Rock in Rio não aceitará nenhum lacre rompido.

Registrando suas informações no site do Rock in Rio 2017

Ao receber sua pulseira, é a hora de registrá-la. Isso deve ser feito através de um aplicativo, ou no site do Rock in Rio 2017. Conseguimos algumas imagens da última edição do Rock in Rio USA, mas não conseguimos acessar o sistema para troca.

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Imagem: Rock in Rio USA – Sistema para adicionar as informações à pulseira do Rock in Rio 2017.

Como alternativa ao site, provavelmente será disponibilizado um aplicativo para registrar sua pulseira. O mesmo foi feito durante o Rock in Rio USA.

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Imagem: Rock in Rio USA – Aplicativo também tornará disponível registrar pulseira via smartphones e tablets.

Como será o ‘check-in’ na nova Cidade do Rock?

O chip RFID tem um código único. Ao registrar suas informações no site do Rock in Rio, e ao passar a pulseira na portaria, o sistema vai se encarregar de identificar se sua pulseira é válida ou não. É como se fosse um passe para andar de ônibus; você passa na roleta, e gasta uma passagem.

Com o RFID da pulseira, você vai até a portaria e a portaria vai identificar o número único de sua pulseira, identificando que você está no evento e que tem um ingresso para entrar.

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Imagem: Reprodução My Zone Media – Sistema de RFID vai ser usado para entrar no Rock in Rio.

Agora que já esclarecemos algumas das principais dúvidas sobra sua pulseira do Rock in Rio 2017, nos vemos na Nova Cidade do Rock em Setembro.

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Imagem: Rock in Rio

Devemos lembrar que algumas informações podem não entrar em conformidade com o tutorial oficial que deve ser disponibilizado pelo Rock in Rio. As informações aqui utilizadas, foram tiradas do Rock in Rio USA, que começou a utilizar pulseiras RFID na edição de 2015.

 

Matéria Adaptada de: TecStudio

“RFID não mente” diz o varejista Lululemon

TORONTO, ON - MARCH 19: Lululemon has yanked its popular black yoga pants from store shelves after it found that the sheer material used was revealing too much of its  loyal customers Shots of exterior of two stores one at 342 Queen st west and the one in the Eaton Centre taken  on March 19th 2013..... This is the Queen st west store.        (Colin McConnell/Toronto Star via Getty Images)

RFID fornece aos consumidores níveis de inventário de estoque altamente precisos, melhorando muito as compras on-line e as escolhas de peças dentro das lojas.

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Lentamente, mas diria que a maior parte do tempo, a utilização do RFID em itens, especialmente os mais frágeis, está ganhando espaço.

A Macy’s disse que terá todos os itens em suas lojas marcados até o final de 2017. A Target está se movendo rapidamente com sua estratégia de tagging RFID e divulgando publicamente seus benefícios. Kohl’s é dito para trabalhar duro em testes RFID em suas lojas.

Um outro varejista da especialidade que se moveu abaixo do trajeto de RFID é a Lululemon. No mês passado, Jonathan Aitken, diretor de TI de varejo e RFID, escreveu uma interessante coluna no LinkedIn sobre sua experiência usando a plataforma tecnológica da empresa como consumidor.

Aitken queria comprar uma camisa que logo iria desaparecer das prateleiras. Indo para a loja mais próxima de seu escritório, ele encontrou a camisa mas não o tamanho que precisava.

“Em vez de pedir ajuda de um de nossos incríveis educadores (o que chamamos de associados da loja), e perdir-lhes para localizar um produto para mim em uma loja próxima ou pedir-lhes para verificar se havia algo no estoque, eu puxei meu iPhone e usei o aplicativo da Lululemon para digitalizar o código de barras no hangtag”, disse Aitken. “Nosso ecossistema RFID entrou em ação”.

Esse aplicativo, disponível para Android, bem como iOS, usa a câmera do telefone para digitalizar o código de barras (não ler a tag RFID) na tag de bloqueio. Essa varredura então puxa a página de detalhes do produto no site de comércio eletrônico da Lululemon.

Em seguida, utiliza as “integrações de back-end” da empresa para a RFID fazer uma verificação de inventário em tempo real em todas as lojas, classificadas pelas mais próximas de Aitken, com base na localização de seu telefone.

“Eu podia ver que não havia tamanho grande nessa loja, mas havia um grande na nossa loja da Robson Street, a dois quilômetros do centro da cidade e eles tinham dois deles em estoque! Depois do jantar, chequei o inventário novamente e meu telefone mostrou que ainda restavam dois números grandes na loja e a atualização foi feita há menos de cinco minutos”.

Chegando na loja, ele foi para o rack confiante de que o item estaria lá.

“Como a nossa equipe operacional de RFID gosta de dizer “RFID não mente”, Aitken disse, acrescentando que os estoque de loja são agora 98% + precisa.

Materia traduzida de: SCDigest