Todas as empresas serão Empresas de Tecnologia e seus desafios serão transformar incertezas em oportunidades

No varejo, a associação de aplicações inteligentes de CRM, IoT e RFID garante uma melhor experiência do usuário associada à interpretação de dados, que provocam uma verdadeira transformação digital em lojas físicas.

BlogO principal desafio da liderança na atualidade reside em como tirar vantagem das incertezas antes da concorrência. Ram Charam, em seu livro Ataque! – transforme incertezas em oportunidades, discorre sobre como os negócios podem aproveitar as chances que se apresentam e tirar vantagem da situação. “A vantagem agora é de quem cria mudanças, não apenas de quem aprende a conviver com elas”, afirma Ram Charam, que pontua as principais ferramentas e exemplos de companhias e líderes que usaram a vantagem do ataque a seu favor, redefinindo mercados e posicionando suas companhias.
Empresas como Amazon e Netflix se anteciparam à concorrência e provocaram disrupções em seus mercados; no entanto, não pararam por aí: elas utilizam, por exemplo, machine learning quando suas máquinas recomendam aos clientes produtos com base em comportamentos anteriores. Na área de Supply Chain, a cadeia de fornecimento combina machine learning e big data, para antecipar informações sobre acontecimentos e imprevistos e agir antes. Na área de logística, machine learning é utilizado para operações preditivas e sugerir estoques para demandas futuras.
No varejo, a associação de aplicações inteligentes de CRM, IoT e RFID garante uma melhor experiência do usuário associada à interpretação de dados, que provocam uma verdadeira transformação digital em lojas físicas. Pessoas com agilidade e capacidade de reação em um ambiente colaborativo são os fatores críticos para a organização do futuro. Tecnologias como IA, IoT, Automatização de Processos, Chatbots, Cloud Computing, Apps Mobile, Reconhecimento de voz, Fintechs, entre outras, têm o potencial de transformar a experiência do usuário e, com isso, revolucionar segmentos de mercado. Ram Charam discorre com maestria no livro ATAQUE sobre como empresas que criam mudanças geram vantagem competitiva, transformando modelos de negócios e experiências inovadoras em vetores transformacionais de negócios. Apple e Google, por exemplo, recrutam médicos e outros profissionais de saúde, principalmente com experiência em diagnósticos, para catalisar e mudar a indústria médica. Informações enviadas por fontes como Facebook, Twitter, Linkedin provocam uma reorganização e fazem com que a “acuidade preemptiva” se torne cada vez mais decisiva.O desafio de aprender com a experiência dos usuários transforma o mindset das equipes, cria organizações ágeis e provoca disrupções em mercados jamais imaginadas antes. As empresas serão empresas de tecnologia e serão responsáveis por transformar incertezas em oportunidades, atuando com inteligência e mindset inovador. Não falaremos mais de produtos, mas de design de serviços, de inspiração no cliente, de “foco no foco do cliente”, com uma perspectiva cada vez mais centrada nas pessoas e usuários utilizando a tecnologia para criar negócios, transformar empresas e mudar o mundo. Como a sociedade industrial nos deixou como legado a eletrificação da sociedade, a transformação digital vai nos deixar a digitalização da sociedade.

A perspectiva de futuro das empresas passa pela tecnologia, pela mudança de mindset de seus executivos e colaboradores e, definitivamente, gravita em torno da peça fundamental desta engrenagem: o cliente. Quem regerá o futuro das empresas, dos segmentos econômicos e do ciclo de vida dos serviços será cada vez mais o cliente e sua experiência frente à tecnologia.

Por Elias Litvin Gendelmann
Gerente de desenvolvimento negócios da DBServer

fonte: https://www.administradores.com.br/artigos/tecnologia/todas-as-empresas-serao-empresas-de-tecnologia-e-seus-desafios-serao-transformar-incertezas-em-oportunidades/108655/

Embalagem de cereal da Nintendo tem chip de RFID embutido

super-marioA edição especial do cereal será vendida nos Estados Unidos. As embalagens têm um chip embutido, que funciona cnintendo-verso-e1511976227235omo um “amiibo” do Super Mario Odyssey, para liberar conteúdos extras no game (amiibo é um card de papel cartão com um chip RFID que pode ser lido pelo console da Nintendo).

O verso da embalagem traz as instruções de uso do amiibo.

 

 

Não é a primeira vez um que cereal do Mario Bros chega ao mercado. Em 1986, a Nintendo lançou seu próprio cereal, Nintendo Cereal    System, na época produ zido pela Ralston Foods (abaixo).

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fonte: https://www.embalagemmarca.com.br/2017/11/em-parceria-com-a-nintendo-kelloggs-lanca-cereal-do-game-super-mario-odyssey/

 

Tecnologia vai agilizar despacho de bagagens

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Os norte-americanos são rápidos para descobrir e adotar tecnologias que estimulem o autosserviço. Os quiosques para check-in e impressão do bilhete e do documento para fixar na mala com o destino já são lugar comum por lá. Agora, a companhia aérea Delta anunciou o uso da tecnologia de reconhecimento facial para o despacho de bagagens.

O start é no próximo trimestre, com a disponibilização, ainda em fase de testes, de quatro máquinas de autoatendimento no aeroporto internacional de Minneapolis – St. Paul. O investimento será de US$ 600 mil e permitirá aos clientes despachar suas próprias bagagens.

Uma máquina correlacionará o consumidor com as fotos nos passaportes por meio de verificação de identificação, algo inédito entre as companhias aéreas dos Estados Unidos. A introdução deste novo serviço faz parte da estratégia da companhia aérea de agilizar os processos nos aeroportos. A ideia é que aquela imagem da áreas do saguão lotadas fique cada vez mais no passado.

A Delta também trabalhou com a Transportation Security Administration para implementar as primeiras esteiras de triagem automatizadas no Aeroporto Internacional de Atlanta Hartsfield – Jackson (EUA). No ano passado, introduziu a tecnologia de rastreamento de bagagem por radiofrequência (RFID), oferecendo aos clientes em tempo real da bagagem por toda a experiência de viagem.

Para acelerar a inovação, a empresa está investindo no Engage, um programa de aceleração de empresas com tecnologias emergentes baseado em Atlanta (EUA). Também participam da iniciativa o Instituto de Tecnologia da Geórgia e os CEOs da AT&T, Chick-fil-A, Cox Enterprises, Georgia Pacific, Georgia Power, Intercontinental Exchange (IC), Invesco Ltd., The Home Depot e UPS. O objetivo é oferecer mentoria, educação e oportunidades de colaboração com as 10 empresas fundadoras para até 48 startups durante os próximos três anos. Cada empresa investiu US$ 1,5 milhão.

“Esse projeto oferecerá à Delta a possibilidade de construir relacionamentos com startups com grande potencial e desenvolver o ecossistema de inovação”, explica a gerente de comunicação corporativa para a América Latina e o Caribe da Delta, Sarah Lora.

Melhorar a qualidade da oferta dos serviços pela internet é sempre um ponto de atenção nos novos projetos. “Esse é um dos primeiros pontos de contato de nossos clientes ao planejar uma viagem. Portanto nos esforçamos para fornecer as mais modernas ferramentas tecnológicas para simplificar o processo para que nossos clientes possam desfrutar de todas as etapas da sua viagem”, comenta. Recentemente, a empresa renovou o seu site www.delta.com, com a proposta de facilitar a navegação e incluir novos serviços.

O mesmo esforço tem sido feito com a oferta de informações sobre destinos, taxas e check-in em dispositivos móveis. O aplicativo Fly Delta oferece diversos recursos, desde a escolha de um novo assento até o acompanhamento de bagagens. O app também fornece acesso a guias de destino, registros de voo, mapas de viagens interativos.

Sarah comenta que a participação no Engage foi algo natural, devido à forte parceria com as universidades com o The Hangar, o Centro Global de Inovação Delta. “A inovação é um pilar fundamental da nossa empresa. Queriamos envolver aqueles que tem uma paixão por empreendedorismo e obter suas ideias na resolução de problemas complexos com uma solução criativa”, conta.

 

Matéria Original: Jornal Cidades

RFID leva negócios a nova realidade

big-dataJá ouviu falar da cultura movida por dados, ou data-driven culture? Estamos percorrendo uma transformação permanente no modo em que dirigimos nossos negócios e, principalmente, as nossas vidas. Neste exato momento, uma verdadeira enxurrada de dados, ou 2,5 quintilhões de bytes por dia, é gerada para nortear indivíduos, empresas e governos – e está dobrando a cada dois anos. Toda vez que fazemos uma compra, uma ligação ou interagimos nas redes sociais, estamos produzindo esses dados. E com a recente conectividade em objetos, tal como relógios, carros e até geladeiras, as informações capturadas se tornam massivas e podem ser cruzadas para criar roadmaps cada vez mais elaborados, apontando e, até prevendo, o comportamento de empresas e clientes.

Imagine uma geladeira avisando que o seu pudim favorito está acabando, e que o mercado mais próximo da sua casa o está vendendo com desconto. Agora, pense que um dispositivo RFID pode identificar a sua chegada ao mercado e cruzar um perfil de compras, sugerindo outras marcas de pudim e produtos similares pelo smartphone. Quando pensamos na análise de todos esses dados, de diversas fontes conectadas, estamos descrevendo as bases fundamentais de Big Data e da Internet das Coisas. Esse conceito deixou de ser uma projeção onírica do futuro para se transformar em uma indústria que movimentará, segundo o IDC, US$ 1,7 trilhão em 2020. Serão mais de 50 bilhões de dispositivos conectados.

Nas empresas, conceitos como o Bring-Your-Own-Device (Byod), Big Data e Analysis of Things estão impulsionando novas estratégias baseadas em mobilidade e aproveitamento de dados. Segundo um levantamento do Gartner, 34% das empresas brasileiras devem investir em Big Data até o final do ano. Somente com investimentos em BI e Analytics, o mercado local deverá movimentar cerca de US$ 790 milhões em 2015. Atualmente, as informações transitam em todas as camadas das empresas e proporcionam inteligência para tomadores de decisão em diferentes áreas. De muitas formas, a tecnologia se tornou uma commodity, de fácil acesso, oferecendo inteligência a empresas cada vez menores. Apesar de o tradicionalismo das PMEs, as novas startups estão surgindo com um DNA baseado na Terceira Plataforma. Em muitos casos, elas possuem os dados como o principal ativo da empresa.

E com o avanço das tecnologias de cloud computing, as ferramentas de analytics deixam de exigir investimentos altíssimos em infraestrutura física de TI, podendo ser disponibilizadas na nuvem a custos mais acessíveis. E mais, a possibilidade de fazer análises em tempo real combinou na entrega de mapas mais velozes e assertivos. Ao demorar na preparação das informações, muitas vezes o negócio se transforma e os resultados já não oferecem mais relevância preditiva. De qualquer forma, isto não significa que não estão tirando proveitos dos seus dados.

No século passado, o físico e teórico alemão Albert Einstein afirmou que ter informação não é o mesmo que possuir conhecimento, conceito que perdura até hoje. Atualmente, coletar e analisar dados não é garantia para oferecer inteligência efetiva ao negócio. Por isso, na cultura dirigida por dados, novos profissionais surgem com indiscutível importância. Cientistas e especialistas de dados são qualificados para processar informações e identificar oportunidades valiosas à estratégia de negócios. Do mesmo modo, as ferramentas estão evoluindo e o advento de Advanced Analytics está reforçando a importância do aproveitamento estratégico – e preditivo – das informações. Estamos em um caminho sem volta, e cada vez mais essa nova realidade impulsionará diferentes mercados e mudanças significativas no modo em que ofertamos e personalizamos produtos e serviços. Certamente, as organizações estão absorvendo uma cultura totalmente movida por dados e contribuirão de forma crucial no desenvolvimento de uma nova era: a era da inteligência.

Por Rafael Aielo em Monitor Digital.

Sensores RFID irão monitorar jogadores em campo

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Os fãs de futebol americano e de tecnologia terão um motivo a mais para comemorar o início da temporada deste ano em setembro. É que a liga profissional do esporte nos EUA, a NFL, fechou uma parceria com a Zebra Technologies para monitorar todos os movimentos dos atletas em campo com dois pequenos sensores RFID acoplados ao uniforme de cada um deles.

A iniciativa é inédita no esporte e tem como objetivo monitorar não apenas os movimentos dos jogadores, mas também gerar estatísticas sobre o desempenho de cada um deles. Com a adição tecnológica, a NFL espera oferecer dados mais apurados e em tempo real principalmente para os fãs que estão nos estádios, incentivando-os a interagir mais com suas equipes.

Os sensores RFID serão acomodados em cápsulas protetoras que ficarão presas ao equipamento de proteção dos jogadores de futebol americano. “Certamente isso impactará principalmente a forma como os fãs
interagem com o jogo. Mas nós também exploraremos outras áreas da nossa liga e poderemos compreender nosso jogo de uma maneira mais aprofundada”
, contou Vishal Shah, vice-presidente de mídia e desenvolvimento de negócios da NFL, ao USA Today. Continue reading “Sensores RFID irão monitorar jogadores em campo” »