Mercado de Tecnologia RFID passa por enorme crescimento

retail-clothing-rfid De acordo com um relatório de pesquisa por DTechEx, o mercado de RFID (Radio Frequency Identification) o mercado está em uma fase de hiper crescimento. A tecnologia sem fio permite automatizar a distribuição, gestão de estoque e ajuda a aumentar a satisfação do consumidor. Hoje, o mercado de RFID gira em torno de 9,2 bilhões de dólares.

O relatório observa que o alto crescimento de RFID é visível em tags, leitores e softwares/ serviços para etiquetas RFID, cartões, chaveiros e outras formas. A IDTechEx faz uma previsão de que este mercado aumentará para 30,24 bilhões de dólares em 2024. Isso apoiará o crescimento das aplicações RFID em varejo e rastreabilidade de itens. Essas aplicações exigem 3 bilhões de etiquetas em 2014 e a RFID penetrará 7% do total do mercado de vestuário este ano.

 Inovação RFID

Segundo Mark Roberti, as aplicações de RFID estão indo para áreas até então inimagináveis, desmentindo agora o mito de que não funciona em água ou metal. A Marks & Spencer já mostrou que a tecnologia pode funcionar na etiquetagem de todos os itens não-alimentares, incluindo panelas, perfumes e outros itens difíceis de etiquetar. A empresa de varejo aplicou tags EPC Gen 2 RFID de diferentes tamanhos e formas, em associação com Dennison Retail Branding and Information Solutions (RBIS) para uso em uma ampla variedade de produtos incluindo metais e líquidos.

Cerca de 10 tags foram feitas para atender às exigências estéticas de cosméticos. Para assegurar que os códigos funcionam bem, a M&S realizou testes em uma loja simulada. Depois de resultados precisos as tags foram testadas em lojas operacionais. Após a satisfação obtida, as tags foram implementadas em todos os itens não-alimentícios das redes de varejo.

Texto integral por Kalyan Kumar no IB Times.

Pulseira inteligente tem ‘pingentes’ de redes sociais

hiconUma nova pulseira inteligente pode chegar ao mercado em outubro deste ano. Mas ao contrário dos principais modelos, focado no monitoramento de exercícios, a Hicon pretender ser um gadget vestível focado em redes sociais. A pulseira, feita de silicone, tem como principal função avisar os usuários de notificações das redes sociais. Conectada com o smartphone por Bluetooth, ela vibra e pisca quando há uma nova mensagem, ligação ou notificação de redes sociais.

A Hicon também é personalizável: cada pessoa pode escolher os ícones das redes que utiliza, que são como pequenos “pingentes” quadrados com os logotipos das empresas. Também é à prova d’água e à poeira e está disponível em diversas cores.  Outros usos que a startup planejou para a Hicon é a troca de contatos de negócios apenas com um aperto de mãos entre as pessoas que usam o dispositivo e um recurso que avisa quando a pessoa se distancia do smartphone, o que pode significar que ela está esquecendo o celular em algum local.

A empresa também planejou funções para conhecer novas pessoas. Por meio de um aplicativo, uma pessoa pode ver um mapa com perfis de usuários da Hicon que estão em locais próximos para trocar contatos e gerar conversas. Um segundo recurso faz com que a pulseira se ilumine quando uma pessoa próxima tem um perfil similar ao seu, com interesses comuns.

Por enquanto, a startup criou protótipos da pulseira e está com uma campanha aberta no site de financiamento coletivo Indiegogo. Por meio dele, a empresa pretende arrecadar US$ 60 mil para produzir a Hicon. Se der certo, cada gadget será vendido por US$ 89.

Texto integral por Terra Tecnologia.

Gestão de patrimônio RFID – vale a pena usar a tecnologia?

 

O sistema é muito interessante, mas ainda existem algumas limitações tecnológicas para que isso se torne uma solução confiável e de baixo custo. Vamos imaginar um inventário de bens de um departamento. Caso o alcance da leitura RFID seja muito grande, os sinais das etiquetas dos departamentos vizinhos ou até do andar debaixo também serão capturados. Um problema!

TAGÀ primeira vista, as etiquetas RFID parecem ser uma solução mágica para o controle de bens do ativo imobilizado de uma empresa. Poderia automatizar e simplificar o processo de controle das movimentações dos bens, rastreá-los, proporcionar mais segurança evitando furtos, movimentações não autorizadas, etc. A principal vantagem desta tecnologia em relação ao código de barras é o fato de poder ser lida sem contato visual. As etiquetas RFID podem ser lidas mesmo que estejam cobertas ou dentro de materiais, tais como madeira, tecido, plástico e até encoberto de sujeira. A tecnologia utiliza um chip que tem uma antena conectada e encapsulada com material apropriado a cada superfície do bem – espaço disponível para a fixação da etiqueta, umidade, temperatura, distância de leitura, etc. As antenas para leitura da tag RFID devem ser fixadas em locais estratégicos conforme a finalidade ou leitor de dados RFID móvel. O sistema é muito interessante, mas ainda existem algumas limitações tecnológicas para que isso se torne uma solução confiável e de baixo custoA etiqueta de patrimônio RFID custa em média 4 a 7 vezes a mais do que as etiquetas de alumínio com código de barras, o que encarece significativamente o custo do inventário inicial. Há ainda problemas de leitura. Como tem superfície metálica, é necessário o encapsulamento específico para cada tipo de material, o que determina o alcance do sinal de leitura. O posicionamento da tag em relação à antena ou leitora também influencia. A preocupação não é só com a distância, mas também com o ângulo. Pode haver ponto cego, onde não há a captura do sinal. Vamos imaginar um inventário de bens de um departamento. Caso o alcance da leitura RFID seja muito grande, os sinais das etiquetas dos departamentos vizinhos ou até do andar debaixo também serão capturados. Um problema! Outra dificuldade é fazer o inventário físico com diferentes tipos de etiquetas. São necessários no mínimo três tipos RFID: a) para móveis e bens com superfície não metálica. b) para equipamentos de informática devido à interferência eletromagnética, que requer encapsulamento específico. c) para máquinas ou bens em ambientes hostis, alta temperatura, umidade. A etiqueta de RFID deve ser planejada para cada tipo de aplicação, superfície, ambiente e distância de alcance do sinal. Muitos gestores pensam que o ideal é aliar a segurança contra furtos com o controle de patrimônio. Porem essas são duas aplicações totalmente diferentes que simplesmente não se casam. Grande alcance de leitura é fundamental para aplicação de segurança, porém já vimos que para o controle de patrimônio nem sempre se aplica. É muito fácil burlar, não permitir a captura RFID – basta cobrir a tag RFID com a palma da mão. Em suma, neste momento aliar a solução de controle de patrimônio com segurança patrimonial é somente para situações bem específicas. Imagino que as questões técnicas que hoje limitam a aplicação da tecnologia RFID no controle de patrimônio serão resolvidas em curto prazo juntamente com a redução de custos com economia de escala. Portanto, vamos estar atentos, acompanhar a evolução tecnológica e preparada para o ciclo do controle de patrimônio RFID. Fonte: http://www.administradores.com.br/

Ceitec: novo chip para uso logístico

Ceitec anunciou nesta sexta-feira, 04, o lançamento do CTC13001T, seu novo circuito integrado, para uso em múltiplas aplicações logísticas, com foco na detecção de violações (Tamper Detection).

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Segundo destaca a entidade, o CTC13001T pode ser utilizado em lacres e cadeados eletrônicos, garantindo mais segurança a produtos como embalagens, medicamentos, bagagens aéreas, cargas logísticas e roupas, entre outros.

“O Tamper Detection traz como benefício a possibilidade de aliar todas as aplicações típicas da identificação por radiofrequência (RFID) em UHF com a capacidade de monitorar à distância a integridade do inlay” explica o diretor de Desenvolvimento de Produtos & Negócios da Ceitec, Reinaldo de Bernardi.

O novo circuito está em conformidade com o padrão EPCGlobal Class 1 Gen2, que pode ser utilizado para controle de estoque, acompanhamento de um único item, logística, integridade do produto, segurança e precisão dos dados, entre outras aplicações.

Conforme explica a estatal, a nova versão do chip que será lançada é uma das soluções tecnológicas que poderá ser usada pelas Forças Armadas, promovendo, por meio da tecnologia de rastreabilidade a melhoria do controle de estoque e logística de produtos desse setor.

A oferta da solução para uso militar é uma maneira de fortalecer a posição da Ceitec como uma empresa pública, plano defendido pelo presidente do conselho de administração e secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia, Virgílio Almeida.

A Ceitec foi criada em 2000 e federalizada em 2008. O investimento geral feito até hoje fica em torno de R$ 500 milhões. Em julho, a empresa passou por mudanças com a nomeação de Marcelo Soares Lubaszewski como presidente interino.

Hoje, a fábrica de microcircuitos de Porto Alegre trabalha com tecnologias de 600 nanômetros, usada no Chip do Boi, e 180 nanômetros, que será usada nos passaportes brasileiros a partir de 2014.

Mercado de RFID na China deverá dobrar em 2017

Guiado pelo foco governamental no conceito futurista de Internet das Coisas — integração entre conectividade e inteligência em objetos cotidianos — e pelo rápido crescimento no setor privado, o mercado de cartões RFID na China vai quase dobrar em valor e mais do que dobrar em quantidade em 2017, de acordo com a Lux Research.

O volume do mercado de RFID irá crescer de 894 milhões em 2012 para 2.11 bilhões de unidades, refletindo uma taxa de crescimento anual composto (CAGR) de 19%. Em termos de receita, o mercado crescerá de $454 milhões para $807 milhões, um CAGR de 12%.

“Até agora, aplicações do governo representam 22% do volume e 34% da receita, mas isso está prestes a mudar rapidamente”, disse Richard Jun Li, diretor da Lux Research e autor da matéria “Identificado Crescimento e Ameaças no Ecossistema RFID Emergente da China”.

“Com a ascensão de aplicações voltadas ao mercado, há a oportunidade das multinacionais balancearem o crescimento de RFID na China — velocidade e identificação das melhores parcerias locais serão críticas”, ele adendou.

Analistas da Lux Research estudaram o mercado de RFID chinês e a política governamental para avaliar prospectos de crescimento para a indústria. Entre suas descobertas:

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  • Mercado de consumidores é o mais forte. Guiado principalmente pelo uso de tags RFID para medidas anti-falsificação, aplicações para consumidores irão crescer mais rapidamente em termos de volume — a um CAGR de 38% até 2017. Aplicações industriais crescerão a uma taxa de 25%, enquanto coleção de pedágio eletrônico será um subsetor de rápido crescimento;
  • Crescimento no mercado OEM local.  Esse aumento das distribuidoras de manufatura de equipamentos originais para cartões RFID está criando uma nova dinâmica industrial. Atualmente, as 15 maiores distribuidoras representam 57% do mercado chinês e estão tendendo a ganhos futuros;
  • Foco em um mercado UHF de constante crescimento. Empresas chinesas não possuem uma posição tão forte nos superiores chips UHF — o que irá crescer dramaticamente para se tornar um mercado de $236 milhões em 2017. Entretanto, o tempo está passando para distribuidoras multinacionais, com o governo chinês colocando recursos significativos para desenvolver chips UHF caseiros.
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    matéria, chamada “Identificado Crescimento e Ameaças no Ecossistema RFID Emergente da China”, é parte do serviço da Lux Research China Innovation Intelligence.

    Fonte: EletroIQ (em inglês)

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