Empresa da Austrália adota RFID para gerenciar remessas de minérios.

POAGS utiliza etiquetas ativas e leitores para identificar minério em caminhões e para orientá-los para os locais apropriados

A POAGS, maior empresa de logística a granel da Austrália, adotou a identificação por radiofrequência para gerenciar centenas de veículos pesados diariamente em sua instalação remota chamada de Utah Point Bulk Facility, no Porto Hedland, no oeste do país.

Utah Point atende à pujante indústria de mineração da região de Pilbara, fornecendo serviços de transporte para pequenas mineradoras em expansão. A unidade opera até 24 toneladas de carga para transporte todo ano – constituída em sua maioria por minério de ferro e manganês – e ainda gerencia cerca de 370 veículos pesados por dia. De acordo com a POAGS, os veículos pesados chegam a Utah Point a cada quatro minutos e meio, 24 horas por dia, sete dias por semana.

Em Utah Point, a POAGS identifica caminhões com RFID e orienta os motoristas para o local correto de manuseio das cargas de minérios

Com tantos veículos pesados circulando por Utah Point, de acordo com Ray Connell, gerente geral de Tecnologia da Informação (TI) da POAGS, tornou-se vital que a gestão deste tráfego se tornasse mais precisa, confiável e segura, que é onde a tecnologia RFID entrou em cena.
“O grande volume de tráfego pesado trouxe uma série de desafios”, diz Connell. “Em primeiro lugar, temos de garantir o fluxo eficiente de veículos pesados aos estoques alocados, garantir a disponibilidade dos equipamentos para carregamento e, assim, evitar atrasos e filas. Em segundo lugar, garantir a localização exata dos produtos no estoque para evitar contaminação. E, em terceiro lugar, queríamos automatizar a operação com segurança e gerenciá-la com níveis aceitáveis de pessoal para atingir um alto nível de controle de todas as atividades”.

Com o Utah Point operando cerca de 127.000 caminhões em circulação por ano, número que tende a aumentar à medida que aumenta a capacidade da instalação, a POAGS teve de ajustar sua modelagem de tráfego e operação de transferência com base nas metas de exportação das minas, com o intuito de desenvolver um sistema de gerenciamento de tráfego adequado. Inicialmente, a POAGS investigou uma gama de sistemas para controlar fluxo de caminhões e portagem rodoviária com vários prestadores de serviços de Sistemas de Transporte Inteligente (ITS), antes de escolher a solução da RAMP.
“Devido às características específicas e requisitos do projeto”, afirma Connell, “a necessidade de modificar e melhorar significativamente a gestão de cargas da empresa, bem como o prazo apertado, nos fizeram abandonar a abordagem sobre ITS. Avaliamos um grande número de provedores de soluções de RFID e selecionamos a RAMP”.

A RAMP implantou a tecnologia Intelligent Long Range (ILR), da Identec Solutions, com 3.500 tags ativas i-Q350, operando a uma frequência de 915 MHz. A companhia instalou 20 leitores Identec i-Port M 350, com um interrogator posicionado do lado de for a das instalações para detecção remota e os outros 19 no portão de entrada (para detectar a chegada e saída de caminhões), em locais para armazenar minerais antes do embarque e para reaproveitamento de tags. A solução inclui placas eletrônicas de mensagem variável (VMS), para direcionar a circulação de caminhões, junto com um sistema de gerenciamento de tráfego (TMS). A aplicação TMS oferece registros ao banco de dados sobre as entregas e as filas para controlar o fluxo de tráfego e integrar lowest price viagra as informações com o sistema de controle central.

De acordo com Connell, houve desafios significativos inerentes à entrega do sistema, incluindo a localização da instalação Pilbara, o clima árido, com temperaturas que excedem os 45ºC, e o grande número de interessados no projeto. A instalação de Utah Point ainda estava em construção e operando parcialmente quando a solução de RFID foi implantada. Como resultado, diversos testes foram realizados de antemão, incluindo a análise da tecnologia dentro das instalações da RAMP, em Sydney, bem como vários estudos de cenários, para garantir que o hardware RFID fosse integrando com a lógica necessária e que o sistema estivesse corretamente ajustado. Os testes foram conduzidos também para assegurar que a solução suportaria o alto volume de tráfego, antes que o sistema fosse posto em funcionamento.

“Trabalhar em torno de equipes de construção civil, elétrica e mecânica é um grande desafio”, relata Connell, “mas ainda assim conseguimos completar a execução dentro do prazo.”

“O sistema de gerenciamento de tráfego oferece um alto nível de visibilidade ao movimento de veículos para os operadores da sala de controle”, diz Connell. “Isso permite o controle dos veículos a cinco quilômetros de distância da entrada do Utah Point e, em seguida, determina o destino do caminhão dentro da instalação, a disponibilidade operacional dos equipamentos da POAGS para descarga do minério e a localização veículos pesados. Entre outros benefícios, esta visibilidade nos permite gerenciar efetivamente a demanda por tempo de serviço, monitorar a demanda por equipamento de descarga e manter as manobras com caminhão dentro de um mínimo necessário”.

A aplicação TMS também foi integrada com o sistema de controle central, com o intuito de coordenar o início e encerramento das operações dos equipamentos de descarga da POAGS com o tempo de chegada dos caminhões e para manter a eficiência máxima dos equipamentos em operação. Além disso, a aplicação determina que o caminhão correto esteja diante do local adequado de estoque, permitindo que o veiculo descarregue sua carga sem risco de contaminação.

A POAGS está trabalhando de perto com cada cliente e com a autoridade do porto Port Hedland Port, segundo Connell, e pretende ampliar as capacidades operacionais do TMS e do RFID de acordo com a expansão do porto.

Fonte: http://www.rfidjournal.com/

Força Aérea Brasileira Aumenta a eficiência de seus Air Logistics Center

A organização está utilizando etiquetas EPC RFID para reduzir o tempo necessário para carregar cargas, a partir de uma média de 3,5 dias para baixo a 3 horas, e também aumentou a produtividade por 600 por cento.

Por Edson Perin fevereiro 16, 2012-A Força Aérea Brasileira (FAB) está modernizando as operações de sua Centro Logístico da Aeronáutica (CELog), ou Logística Air Center, que é responsável por gerenciar a compra mensal de milhares de toneladas de materiais. Muitos desses materiais circulam entre a Comissão Brasileira de Aeronáutica em Washington (CABW), a Comissão Aeronáutica Brasileira em Londres (CABE) eo Depósito da Aeronáutica do Rio de Janeiro (DARJ), depósito da Força Aérea no Rio de Janeiro. A fim de aumentar sua agilidade e eficiência operacional, CELog pôr em prática um projeto do armazém de automação, utilizando identificação por radiofreqüênciatecnologia. O projeto está inicialmente empregando passivos EPC Gen 2 RFID tags para identificar os materiais emitidos por CABW e CABE e mais tarde recebeu por DARJ. A leitura de dados de tags RFID é realizado através de quatro portais e dois RFID localizadas nos Estados Unidos, em CABW, para o transporte de materiais por ar e mar, e outros dois no Brasil, em DARJ, para a recepção, armazenamento e expedição de materiais para o Correio Aéreo Nacional http://www.cecan.aer.mil.br/> (CAN ), o serviço de correio aéreo nacional, operado pelos militares brasileiros. De acordo com o tenente-coronel da FAB Ascef Rogers, gerente de CELog de ​​TI e logística, o uso da tecnologia RFID levou a uma melhoria significativa no processo de movimentação de carga. A transferência de materiais para o Brasil, o qual, antes da adoção de RFID, poderia ter três a quatro dias para completar-pode agora ser realizada apenas em três horas. Além do mais, devido à complexidade dos materiais transportados, o processo de entrega anteriormente resultou em discrepâncias de 2 por cento entre o registro documental e da carga em si. Com o RFID, diz ele, a taxa de erro caiu para 0,005 por cento.

Paletes carregados com materiais da FAB com a tag

Seal Tecnologia foi responsável pelo projeto de instalação, configuração, testes e ativação de equipamentos para captura automática de dados (portais RFID, computadores e impressoras móveis). A empresa também integrou esses dispositivos com sistema FAB planejamento de recursos empresariais, conhecido como Sistema Integrado de Logística de Materiais e de Serviços (SILOMS), ou serviços de logística integrada e Materiais. Com a implementação do RFID, os relatórios da Força Aérea que aumentou a produtividade de movimentação de materiais entre o Washington, Londres, Rio de Janeiro e sites podem por 600 por cento. O tempo necessário para preparar a documentação necessária para a expedição dos materiais foi reduzido de horas abaixo de um minuto, enquanto o recebimento

de um recipiente cheio de materiais em DARJ foi reduzido de oito horas até 45 minutos. “Quando começamos a planejar o projeto em 2008, tivemos sérios problemas de mobilidade na área de logística e confiabilidade do material, “Ascef estados. Para a colheita e as operações de transporte em CABW, o operador seleciona materiais para embarque para o Brasil. O uso de RFID, diz ele, aumentou os níveis de produtividade e precisão durante a entrega e recebimento de materiais. “Essa tecnologia será também essencial para ajudar a aumentar a eficiência da logística para os exercícios de combate.” Após serem escolhidos, os materiais são colocados em recipientes ou sobre paletes, e depois passar por portais de RFID instalados em docas de expedição, que automaticamente ler as tags. Com a conclusão do processo, o sistema envia um aviso de transporte avanço para o Sistema de Gestão de Transporte (TMS)-a parte da SILOMS contendo informação sobre o material transportado.

Uma vez que a carga chega ao DARJ, o operador transporta o material para um local de recepção, onde é então gravado utilizando um móvel RFID portal . O sistema gera um arquivo contendo informações sobre os materiais recebidos, que são enviados para os SILOMS TMS. Os materiais são então separados em um armazém até ser liberado pelo serviço do Brasil, Receita Federal, Receita Federal . Após sua libertação, os materiais são separados, armazenados ou enviados para os postos CAN em todo o Brasil. “Os materiais que estamos transportando todos os tipos de produtos para aeronaves: motor, peças, pneus, radar e outras coisas utilizadas pela FAB”, explica Ascef.

Todo o processo inicia-se quando um fornecedor faz uma entrega. Isto é imediatamente identificada por meio das etiquetas RFID, eo sistema emite então um alerta para aqueles no Brasil, relatando a chegada do produto. “Nosso ERP sistema de alerta a todos no Brasil “, diz Ascef ( tenente-coronel Ascef Rogers, gerente de TI e Logística da CELog). “O transporte é por navio de recipiente, quando se trata para fora, ou paletes, quando é por avião.” Toda a carga, independentemente do meio de transporte utilizado, passa através do portal RFID. “Assim, o produto já está assinado eletronicamente pelo sistema”, Ascef diz, “e os dados transmitidos para o Brasil, os relatórios que avião está tomando o quê.” O tempo do processo é, assim, drasticamente reduzido, acrescenta ele, graças à tecnologia RFID. “A pessoa pega uma carga, por empilhadeira, passa por baixo de um portal e, ao fazê-lo, já tem um manifesto de carga preparados”, afirma o tenente-coronel. “Antes, você tinha que ler o código de barras de tudo o que estava sendo entregue e, por vezes materiais não tinha código de barras. Agora, você pode identificar 300 itens de uma só vez sob o portal, sem a necessidade de a contagem individual. discrepâncias de dados diminuíram para quase zero. “

Internet das coisas fará emergir a inteligência dos objetos

As aplicações da “internet das coisas” são limitadas somente pela nossa imaginação, diz Amazonas

Foto: Ismael Cardoso/Terra

A “internet das coisas” é um dos temas mais discutidos para uma nova era na web, conectando objetos com objetos. Mas qual a utilidade disso? Para o professor da USP e único membro sul-americano do projeto financiado pela Comissão Européia para estudar o assunto, José Roberto de Almeida Amazonas, essa tecnologia pode fazer “emergir a inteligência dos objetos”.

Ele cita como exemplo o armazenamento de barris que guardam produtos químicos. “Se somente oito desses barris podem ser armazenados em algum local com segurança, e por algum erro houver 10 deles, os próprios barris podem formar uma rede e dar o alarme sobre os riscos. Isso pode ser feito pelos próprios objetos”, explica.

Para o professor, a internet como conhecemos hoje é interação com o mundo virtual, baseada na navegação em páginas hospedadas em servidores pelo mundo. Já a internet das coisas é a “extensão do mundo virtual para o mundo real, uma representação do objeto físico no mundo virtual”, explicoiu na manhã desta sexta-feira durante a Campus Party, em São Paulo.

“As aplicações da internet das coisas são limitadas somente pela nossa imaginação”, afirmou Amazonas. Segundo ele, o Japão está extremamente avançado nas aplicações da tecnologia, como a rastreabilidade de alimentos – que fornecem informações sobre vendas para fabricantes e origem para o consumidor – e a interação entre pessoas e lugares. Um dos exemplos é a interação entre marcações eletrônicas nas ruas a cada três metros e uma bengala inteligente. “O deficiente visual informa onde quer ir e a bengala indica. Oferece autonomia”, afirma.

Outros países que estão avançados na pesquisa são a Malásia, que planeja a automação do sistema hospitalar, e a Coreia do Sul, que tem um programa nacional para internet das coisas. A China tem na internet das coisas uma prioridade de governo, segundo o professor, e criou uma cidade para desenvolver a tecnologia. “A automação hospitalar pode monitorar desde o comportamento do médico aos sinais vitais dos pacientes e pode prevenir o erro médico”, afirmou.

Segurança e privacidade
De acordo com Amazonas, objetos conectados e fazendo supervisão automática de ambientes, por exemplo, causam temor nas pessoas. “Elas acham que é a tecnologia do Big Brother.” Para ele, por outro lado, a internet das coisas “não torna o mundo pior do que é hoje”

“Precisamos olhar a realidade que vivemos hoje em segurança e privacidade”, afirmou. “São coisas fundamentais, existem sim possibilidades de ataques, mas mas nada maior do que vivenciamos atualmente”, encerrou.

Campus Party 2012
A Campus Party, o maior evento geek do planeta, realizado em mais de sete países, acontece entre os dias 6 e 12 de fevereiro de 2012. A sede é o Pavilhão de Exposições do Anhembi Parque, na zona norte de São Paulo (SP). Pelo quinto ano consecutivo no Brasil, a edição de 2012 já começou batendo recordes: todas as entradas foram vendidas em 22 dias em setembro do ano passado.

Com 7 mil participantes, sendo 5 mil acampados no local, a Campus Party oferece neste ano mais de 500 horas de conteúdo. Os principais nomes desta edição são Michio Kaku, conhecido como o “físico do impossível”, Sugata Mitra, pesquisador e professor de Tecnologia Educacional da Newcastle University, Julien Fourgeaud, gerente de produtos e negócios da Rovio, John Klensin, pesquisador do MIT, e Vince Gerardis, co-fundador da Created By, entre outros.

A programação do evento tem transmissão ao vivo pelo http://live.campus-party.org e aqueles que quiserem interagir com a transmissão pelas redes sociais podem enviar perguntas para os palestrantes. As hashtags exclusivas para cada uma das áreas de conteúdo são: Ciência – #cpbrCI; Cultura Digital – #cpbrCD; Entretenimento Digital – #cpbrED; Inovação – #cpbrIN e Palco Principal – #cpbrMainStage. A hashtag oficial do evento é #cpbr5.

Terra

cobre o evento direto do Anhembi Parque, e, além do canal especial Campus Party 2012, os internautas podem acompanhar as novidades pelo blog Direto da Campus.

RFID na Campus Party

A Campus Party aconteceu em São Paulo

entre os dias 17 e 23 de janeiro de 2011.  Encontrei essa matéria muito interessante que fala sobre o uso de RFID para misturar o Facebook e a 'vida real'.

Espero que gostem!

 

Brasileiros desenvolvem cartão RFID para curtir no Facebook

Fonte: Tecnoblog

 

O que acontece quando você vê uma coisa legal no mundo real e quer dizer que gostou dela para seus amigos no Facebook? Não há um botão de curtir offline ainda. Mas um projeto na Campus Party pretende unir essa parte do mundo online com o mundo offline. Com posse de um cartão RFID, um usuário do Facebook pode curtir áreas de conteúdo do evento sem estar conectado à internet.site do projetobest cialis price

r: #888888;”>. Basta dar acesso à sua conta e depois colocar a senha que vem impressa no cartão.

A execução do projeto é da Plankton Digital, que tem Luis Leão como seu diretor de TI. Ele é o mesmo criador do conhecido serviço Sms2blog, que integra Twitter com mensagens de SMS.

Funciona da seguinte maneira: eles espalharam quatro cubos na Campus Party. Cada cubo contém um circuito Arduino com uma placa de rede e um leitor de RFID, além das luzes coloridas de LED. Eles são controlados remotamente de uma página interna da empresa, de onde também são selecionadas as páginas que serão 'curtidas' em cada cubo. Uma vez selecionadas as páginas, basta que um cartão cadastrado seja aproximado do cubo, e a é leitura realizada.

Para curtir uma página com o cartão RFID, você primeiro deve associar o seu cartão à sua conta no Facebook usando o

A partir daí, sempre que você passar o cartão em um dos cubos, seu perfil no Facebook vai automaticamente curtir a página associada àquele cubo. E eles não serão repetitivos: os cubos ficarão em locais diferentes da Campus Party durante toda a semana, portanto você pode passar o cartão em outros cubos nos demais dias para curtir conteúdos diferentes. 

 Confira o vídeo: RFID na Campus Party

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